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Marco La Porta destaca avanços e desafios nos primeiros 100 dias à frente do COB

Marco La Porta e Yane Marques lideram o COB com foco em reestruturação orçamentária e novo programa de patrocínio para fortalecer o esporte brasileiro.

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Marco La Porta e Yane Marques são os novos presidentes do Comitê Olímpico do Brasil e estão focados em mudar o orçamento e criar um novo programa de patrocínio. Eles venceram a chapa atual em outubro de 2024 e querem aumentar o apoio a diferentes esportes. La Porta comentou que os primeiros cem dias foram difíceis por causa da falta de uma boa transição da gestão anterior, mas a nova estrutura começou a funcionar em março. O COB aprovou um orçamento de 594 milhões de reais para 2025, com 81% desse valor destinado a ações esportivas. A gestão busca aumentar o investimento privado no esporte, que é importante para ajudar atletas e competições. Algumas federações estavam com problemas financeiros, mas agora têm um programa de suporte. Modalidades como basquete e handebol, que estavam com dívidas, já estão recebendo ajuda. Um novo programa de patrocínio foi lançado em abril para atrair investidores, que terão visibilidade em competições. Além disso, a gestão quer descentralizar as competições, levando eventos para outras regiões do Brasil e identificando talentos desde a infância, com foco na preparação para os Jogos Pan-Americanos Juvenis em agosto.

Marco La Porta e Yane Marques assumiram a presidência do Comitê Olímpico do Brasil (COB) com foco na reestruturação do orçamento e na criação de um novo programa de patrocínio. A dupla, que venceu a chapa situacionista em outubro de 2024, busca aumentar o apoio a diversas modalidades esportivas.

Em entrevista, La Porta destacou que os primeiros cem dias de gestão foram desafiadores devido à falta de uma transição clara da administração anterior. A partir de março, a nova estrutura começou a funcionar conforme o planejado. O COB aprovou um orçamento de R$ 594 milhões para 2025, com 81% destinado a ações esportivas.

A gestão pretende aumentar o investimento privado no esporte, essencial para apoiar atletas e competições. La Porta mencionou que algumas federações enfrentavam dificuldades financeiras, mas agora há um programa efetivo de suporte para resolver essas questões. Modalidades como basquete e handebol, que estavam com contas negativadas, já estão recebendo recursos.

Um novo programa de patrocínio foi lançado em 25 de abril, visando atrair investidores. As empresas que aderirem se tornarão patrocinadoras do sistema olímpico brasileiro, com visibilidade em competições nacionais e internacionais. La Porta acredita que o esporte é uma plataforma atrativa para os investidores.

A gestão do COB também busca descentralizar as competições, levando eventos a outras regiões do Brasil. La Porta enfatizou a importância de identificar talentos desde a infância, visando formar futuros medalhistas. A preparação para os Jogos Pan-Americanos Juvenis, que ocorrerão em agosto, é uma oportunidade para descobrir novos atletas.

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