Uma pesquisa da Associação de Mulheres da Indústria de Gaming, em parceria com a KTO, revelou que 51% dos apostadores são mulheres, a maioria entre 18 e 39 anos, com ensino superior e pertencente à classe média, especialmente nas regiões de São Paulo, Bahia e Rio de Janeiro. A maioria dessas mulheres, 85%, usa dispositivos móveis para apostar e 65% prefere futebol. Embora 40% aposte semanalmente, muitas são cautelosas e tentam limitar os gastos a 200 reais por semana. Elas também buscam informações antes de apostar, consultando notícias esportivas, seu próprio conhecimento ou amigos. O CEO da Paag, João Fraga, destaca que o setor precisa se adaptar a esse crescimento da participação feminina.
A pesquisa “Mulheres nas Apostas”, realizada pela Associação de Mulheres da Indústria de Gaming (AMIG) em parceria com a KTO, revelou que 51% dos apostadores são mulheres. O estudo mostra que a maioria das apostadoras tem entre dezoito e trinta e nove anos, possui ensino superior e pertence à classe média, com destaque para as regiões de São Paulo, Bahia e Rio de Janeiro.
Além disso, 85% dessas mulheres acessam plataformas de apostas por meio de dispositivos móveis, e 65% preferem o futebol como modalidade de aposta. O CEO da Paag, João Fraga, afirmou que “as apostas esportivas sempre foram desenhadas com foco no público masculino” e que o aumento da participação feminina indica que o setor precisa evoluir.
As mulheres apostadoras demonstram um perfil mais cauteloso em comparação aos homens. Embora quarenta por cento delas aposte semanalmente, trinta e sete por cento buscam limitar os gastos a R$ 200,00 por semana. Além disso, elas tendem a utilizar ferramentas de controle para evitar vícios. A pesquisa também indica que a maioria busca informações antes de apostar, com 20% consultando notícias esportivas, 19% utilizando repertório próprio e 16% conversando com conhecidos.
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