- Gabriel Bortoleto teve estreia consistente na Fórmula 1 aos 21 anos, mantendo paridade com o companheiro Nico Hulkenberg e chegando a pontos em algumas corridas.
- O início da temporada foi difícil, com a Sauber em desempenho abaixo da média e a adaptação do piloto aos traçados ainda sendo um desafio.
- A melhora veio a partir da Espanha, com atualizações no carro que elevaram o ritmo e o novato fez a melhor classificação até então, em 12º.
- Em seguida, o brasileiro garantiu o oitavo lugar na Áustria, tornando-se o mais jovem brasileiro a pontuar na história da Fórmula 1.
- No fim do ano, Bortoleto ficou com números semelhantes aos de Hulkenberg em classificação (doze cada), mas sem pódios, encerrando uma temporada considerada muito boa e abrindo caminho para a segunda temporada.
Gabriel Bortoleto terminou sua primeira temporada na Fórmula 1 com balanço positivo. O novato brasileiro manteve a regularidade, mostrou maturidade e disputou posições próximas ao seu companheiro de equipe, Nico Hulkenberg, mesmo diante de um carro menos competitivo no início.
Ao longo do ano, a Sauber evoluiu: o C45 recebeu atualizações que melhoraram a dirigibilidade. Nas primeiras corridas, o desempenho ficou aquém do esperado, e o estreante precisou se adaptar aos circuitos europeus para explorar o potencial do carro.
Adaptação e evolução
A partir da corrida na Espanha, com pacote de melhorias, Bortoleto passou a ter resultados mais consistentes. Em Barcelona, ele alcançou sua melhor classificação até então, sinalizando o ganho de ritmo ao longo do campeonato.
Logo depois, veio o marco de ser o brasileiro mais jovem a pontuar na F1, ao conquistar oitavo lugar na Áustria. O feito reforçou a percepção de que o piloto tem qualidade para competir com veteranos.
Desempenho ao longo do ano
Apesar de bater de frente com Hulkenberg, o brasileiro manteve equilíbrio nas etapas seguintes. Em alguns GPs, o carro apresentou falhas ou dificuldades, especialmente em provas com pista molhada, como o GP da Inglaterra.
Na sequência, obstáculos permaneceram, mas houve avanços em circuitos mais conhecidos. Bortoleto mostrou desempenho sólido na Bélgica, Hungria e Itália, ficando próximo do pelotão de ponta na classificação.
Avaliação e próximos passos
A temporada foi marcada por consistência e pela demonstração de que o piloto tem espaço para crescer. A dupla com Hulkenberg manteve números parecidos em classificações, com o alemão liderando levemente nas corridas.
Internacionalmente, a impressão foi de reconhecimento pelo progresso de Bortoleto, que recebeu elogios de figuras da F1 e da imprensa. O desafio agora é confirmar o ritmo na segunda temporada e ampliar o desempenho em diversas pistas.
Entre na conversa da comunidade