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Quem foi o melhor calouro da temporada 2025 da F1?

Kimi Antonelli lidera os calouros da temporada 2025 da Fórmula 1, com 150 pontos e três pódios; Gabriel Bortoleto teve a pior média de chegada entre estreantes

Calouros da temporada 2025 da F1 (Foto: Ben STANSALL / AFP | GREG BAKER / AFP | Peter Fox/Getty Images/AFP | Andrej ISAKOVIC / AFP | Rudy Carezzevoli / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP)
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  • A temporada de 2025 teve cinco calouros entre 20 pilotos, com Gabriel Bortoleto representando o Brasil.
  • O melhor estreante foi Kimi Antonelli (Mercedes), com 150 pontos, três pódios e a melhor posição de 2º lugar em São Paulo; ficou em sétimo no campeonato, com média de chegada de 10,6.
  • Isack Hadjar (RB) terminou em 12º, superou o colega de equipe 16 vezes e teve 51 pontos, com melhor resultado de 3º lugar na Holanda.
  • Oliver Bearman (Haas) ficou em 13º, superou o parceiro de equipe 13 vezes, teve 41 pontos e melhor posição de 4º lugar no México, sem pódios.
  • Gabriel Bortoleto (Sauber) fechou em 19º, empatou em 12×12 com Hulkenberg no confronto direto, teve 19 pontos e média de chegada de 14,8, com cinco abandonos.

O ano de 2025 da Fórmula 1 teve renovação no grid, com cinco estreantes na categoria principal entre 20 pilotos. Gabriel Bortoleto representou o Brasil pela primeira vez desde a sua última passagem. Dados do Lance! mostram como ficou o desempenho dos calouros, destacando quem teve a melhor estreia na temporada.

Entre os estreantes, a média de posições de chegada ficou em torno da 12ª colocação, próxima da zona de pontuação. Três pilotos ficaram acima desse patamar, ou seja, terminaram com médias melhores que a média geral. Bortoleto, porém, registrou a pior média entre os calouros, com 14,8 de posição.

Desempenho dos calouros na F1 2025

Kimi Antonelli, Mercedes, foi apontado como o melhor estreante. Ele somou 150 pontos, ficou em 7º no campeonato e alcançou o pódio em três corridas: Canadá, Las Vegas e Brasil. O melhor resultado dele foi o 2º lugar em São Paulo; o pior, abandonos em quatro corridas. A média de chegada ficou em 10,6.

Isack Hadjar, RB, teve o maior número de superações entre os colegas de equipe, vencendo 16 duelos internos. Dividiu a banco com Liam Lawson na maior parte da temporada, com o holofote em um terceiro lugar na Holanda. Hadjar terminou em 12º no campeonato, somando 51 pontos; o melhor resultado foi 3º lugar.

Oliver Bearman, Haas, apareceu como adversário constante dentro da equipe, superando Esteban Ocon 13 vezes. A melhor posição dele foi 4º lugar, e foi o primeiro calouro sem pódio na primeira metade da temporada. Bearman terminou em 13º no campeonato, com 41 pontos e média de chegada de 11,9.

Liam Lawson, RB, teve início turbulento ao estrear pela Red Bull ao lado de Verstappen. Rebaixado para a Racing Bulls durante a temporada, acumularam-se seis vitórias sobre Hadjar, porém a soma não o manteve entre os primeiros. Lawson terminou em 15º no campeonato, com 38 pontos e melhor posição de 5º.

Gabriel Bortoleto, Sauber, foi o último entre os cinco estreantes em desempenho. Disputou claro equilíbrio com Nico Hulkenberg, empatando em pontos (19). O brasileiro teve cinco abandonos e terminou na 19ª posição no campeonato, com média de chegada de 14,8.

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