- Marco Antônio La Porta, presidente do Comitê Olímpico do Brasil, participou do 10º Prêmio Sou do Esporte e destacou o desempenho do COB no primeiro ano de gestão.
- Em entrevista ao Lance!, ele comentou o sabático da ginasta Rebeca Andrade, dizendo que a decisão é da atleta e que torce pela retomada.
- O dirigente afirmou que o ciclo olímpico começou bem, com mais de vinte medalhas, cinco campeões mundiais e vários pódios, incluindo destaque para Rayssa Leal.
- Também mencionou avanços em esportes como boxe e taekwondo, enxergando o ano como acima do esperado.
- Sobre a derrota para sediar os Jogos Pan-Americanos de 2031, em Assunção, La Porta destacou questões políticas e a recuperação de relações internacionais do COB.
O presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB), Marco Antônio La Porta, avaliou o ano de transição à frente da entidade durante o 10º Prêmio Sou do Esporte, no Copacabana Palace. Em entrevista ao Lance!, ele elogiou o desempenho do Brasil no início do ciclo olímpico, destacando resultados expressivos mesmo com pausas de alguns atletas.
La Porta reafirmou a confiança na ginasta Rebeca Andrade, que está em sabático. Disse que a decisão é da atleta e que a torcida pela volta é grande, ressaltando que ela continua como a maior medalhista brasileira e que a prioridade é a felicidade da atleta. O dirigente também mencionou a continuidade dos trabalhos da diretoria.
O dirigente Creditou ao COB mais de 20 medalhas no ano, sem contar a ausência de Rebeca e o período sabático de Isaquias Queiroz. Afirmou que a performance de Rayssa Leal, com destaque no skate, e o rendimento de outras modalidades reforçaram a impressão de que o ciclo está acima do esperado.
Desdobramentos e bastidores do COB
Ao falar de planejamento e recursos, La Porta mencionou avanços na estrutura e enfatizou a estratégia de ampliar parcerias para sustentar a evolução do esporte brasileiro. O tom foi de otimismo quanto ao restante do ciclo, com foco em manter a intensidade da gestão para alcançar resultados cada vez melhores.
Pan-Americano de 2031 e relações internacionais
O presidente comentou a derrota do Brasil para sediar o Pan-Americano de 2031, disputado contra Assunção, no Paraguai. A votação foi apertada e o Paraguai tinha forte apoio político. Ele destacou que o COB sai fortalecido da competição, com retomada de relações internacionais e maior presença na América. A campanha envolveu diversas federações e comitês.
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