- Ryze é o campeão que mais recebeu reworks na história do LoL, com três grandes reworks e várias mudanças pontuais.
- O primeiro ajuste, em 2010, mudou a passiva e criou uma mecânica de redução de recarga entre habilidades, deixando o combo QWE mais complexo.
- O segundo rework adicionou cargas de Maestria Arcana, gerando um estado de sobrecarga que afetava os próximos usos e as recargas.
- O terceiro rework, em 2015, fez do E um sistema de runas, tornando o Q menos dependente de alvo e a ultimate mais voltada a translocação.
- Em 2019 houve simplificação do sistema de runas do E, mantendo Ryze como campeão voltado ao mapa, enquanto o rework da Shyvana chega ao LoL.
O Ryze é o campeão que mais recebeu reworks ao longo de toda a história do League of Legends, com três grandes reworks e várias mudanças pontuais. Segundo o conteúdo, o rework da Shyvana já está a caminho no jogo.
O histórico de Ryze envolve ajustes que alteraram desde a jogabilidade, passando por mudanças de mecânicas e utilidades. Em 2010, a Riot reteve o conceito de mago simples, mas introduziu sistemas que mudaram o tempo de recarga entre habilidades.
História de reworks de Ryze
O segundo rework trouxe uma passagem de passiva e um novo conceito de mana, reduzindo o tempo de recarga entre habilidades após usar uma habilidade. O resultado foi um estilo de jogo mais dependente de combos precisos e menos de burst puro.
Em 2015, o E virou sistema de runas e o Q deixou de ser apenas uma habilidade de dano direto, com a ultimate transformando-se em uma ferramenta de translocação. Em 2019, o sistema de runas do E foi simplificado, mantendo Ryze como opção forte para o mapa.
O artigo também cita a importância de Faker como referência competitiva associada ao campeão, ainda que o foco principal seja o histórico de reworks de Ryze. A narrativa destaca a evolução do campeão ao longo dos anos no cenário profissional.
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