- Robert Kraft, dono dos Patriots, já tentou ser ponte entre donos e jogadores protestantes, apoiando iniciativas de justiça criminal e promovendo cidadania ativa para atletas, como Devin e Jason McCourty.
- Em 2021, Kraft se distanciou publicamente de Donald Trump após o ataque ao Capitólio, tendo feito doação de US$ 1 milhão na posse dele.
- Cinco anos depois, Kraft voltou a apoiar Trump, marcando presença em um evento relacionado à ex-primeira-dama Melania Trump.
- O texto aponta que o cenário esportivo-político mudou: o protesto dos atletas diminuiu, e a contratação de treinadores negros segue desigual, enquanto o apoio político dos donos persiste.
- Kraft é apresentado como símbolo de uma ética corporativa maleável, indicando alinhamento com Trump mesmo após rupturas anteriores e críticas públicas.
Robert Kraft, dono dos Patriots, voltou a apoiar publicamente Donald Trump após anos de distanciamento. A reaproximação ocorre em meio a um ambiente esportivo e político conturbado nos EUA.
A reportagem contextualiza que, na última década, Kraft atuou como voz de moderação entre proprietários e jogadores, incentivando engajamento cívico de atletas, incluindo os gêmeos Devin e Jason McCourty.
Em 6 de janeiro de 2021, após a invasão ao Capitólio, Kraft rompeu publicamente com Trump, cortando relações e afastando-se do então presidente, ao menos temporariamente, segundo reportagens.
Cinco anos depois, com os Patriots voltando ao Super Bowl, o cenário mudou. A participação de Kraft em eventos com Trump reacendeu discussões sobre alinhamentos políticos de grandes patronais do esporte.
A reportagem enfatiza que o Brasil e o mundo observam mudanças na relação entre esporte e política, com o consumo de mensagens de combate ao racismo diminuindo nas transmissões oficiais.
O texto analisa ainda o papel de Kraft como empresário que alterna entre posições públicas de apoio a candidatos de ambos os lados e a decisão de manter relações com figuras controvertidas, incluindo Trump.
A conclusão aponta que a trajetória de Kraft ilustra a complexidade ética da elite do esporte, entre orgulho local e envolvimento com figuras polarizadoras, em meio a um país em selective mudança política.
Entre na conversa da comunidade