- Colin Kaepernick, ex-jogador do San Francisco 49ers, ficou famoso por ajoelhar durante o hino em 2016 para protestar contra a violência policial dirigida a pessoas negras nos EUA.
- O atleta disputou o Super Bowl de 2012/13, chegou a estabelecer recorde de jardas em um único jogo na temporada regular e, desde 2017, não tem contrato com a NFL, tornando-se militante contra o racismo e fundando a Know Your Rights Camp.
- Bad Bunny será o artista do show de intervalo do Super Bowl, em meio a uma narrativa política associada à sua obra e à cultura porto-riquenha, incluindo o álbum Debí Tirar Más Fotos, vencedor de Grammys.
- O cantor já se posicionou contrariamente à condução política de Donald Trump, citando temer ações do ICE contra imigrantes, o que reforça o tom crítico de parte de sua atuação pública.
- As trajetórias de Kaepernick e Bad Bunny ilustram como o esporte pode entreter e estimular debates sociais relevantes.
Colin Kaepernick, ex-quarterback da NFL, ganhou destaque por uma atuação esportiva relevante e por um protesto iconográfico. Em 2016, ele ajoelhou durante o hino para denunciar violência policial contra pessoas negras nos EUA.
Foi campeão de destaque com o San Francisco 49ers, chegando ao Super Bowl de 2012/13 e registrando recorde de jardas corridas em jogo único na temporada 2016. Ainda assim, sua decisão de protestar gerou controvérsia e boicotes.
Ao encerrar contrato com os 49ers em 2017, Kaepernick ficou sem equipe na NFL. Ele fundou a Know Your Rights Camp, voltada a acolhimento e educação de jovens negros, e ganhou visibilidade internacional também pela série documental na Netflix.
Show político da história do Super Bowl
O show de Bad Bunny, atração do intervalo, é visto como carregado de mensagens políticas, segundo veículos de imprensa. O cantor ganhou relevância com o álbum Debí Tirar Más Fotos, vencedor de prêmios e que aborda a cultura porto-riquenha.
Bad Bunny já se posicionou publicamente contra políticas de Donald Trump, o que acrescenta contexto ao discurso do evento. O artista afirmou que teme represálias contra fãs imigrantes sob ações de órgãos de imigração.
Histórias de Kaepernick e Bad Bunny ilustram como o esporte e a música podem gerar entretenimento e debate público sobre temas sensíveis da sociedade, mantendo o foco informativo e neutro.
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