- Stephen Curry criticou a estrutura de remuneração da NBA, dizendo que os jogadores não participam do crescimento econômico das franquias.
- O armador é o jogador mais bem pago da temporada, com salário de R$ 322,74 milhões.
- Ele afirma que o problema não são os contratos, e sim as regras estabelecidas pelo acordo coletivo da liga (CBA).
- O conceito de “equity” envolve participação no patrimônio/valor de valorização de uma empresa, algo que, segundo ele, não chega aos atletas em atividade.
- Atualmente, as regras da NBA impedem que jogadores tenham participação financeira na valorização das equipes durante a carreira.
Stephen Curry, estrela do Golden State Warriors, questionou a estrutura de remuneração da NBA. O jogador, hoje o mais bem pago da liga, afirmou que o problema não são os contratos, mas as regras do acordo coletivo (CBA) que limitam a participação dos atletas no crescimento financeiro das franquias.
Curry destacou que os atletas recebem salários elevados, mas não participam da valorização econômica das equipes ao longo do tempo. Segundo ele, a equity — ou participação no patrimônio — fica com os donos, mesmo com o aumento de receitas da liga.
Jogadores são mal pagos? O armador sugeriu que, sob a perspectiva de valorização de ativos, pode haver injustiça na remuneração atual. Ele aponta que o modelo atual não permite que atletas participem do crescimento financeiro das franquias.
Salários e ranking de valor
Atual dono do teto entre os atletas, Curry tem salário de US$ 59,6 milhões. Nikola Jokic e Joel Embiid aparecem logo atrás, com US$ 55,2 milhões cada. Kevin Durant, Jimmy Butler, Anthony Davis e outros jogadores aparecem na faixa de US$ 54 milhões.
Além disso, a lista mostra nomes como Jayson Tatum, Giannis Antetokounmpo, Karl-Anthony Towns, Jaylen Brown e Devin Booker, todos na casa dos US$ 53 milhões anuais. LeBron James, Paul George e Kawhi Leonard aparecem com valores entre US$ 50 milhões e US$ 52,7 milhões.
Contexto e desdobramentos
A discussão de Curry envolve mudanças no CBA e possíveis impactos em contratos, benefícios e participação de atletas em resultados de longo prazo. O tema já é alvo de debates entre jogadores, agentes e comissões da liga, sem decisão anunciada até o momento.
A repercussão envolve equipes, federações e fãs, com reflexos potenciais em acordos de patrocínio, receitas e estrutura de franquias. O debate continua até que haja consenso sobre reformas no modelo de remuneração.
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