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VP da WTorre critica veto à cerveja em estádios e prevê liberação em 2026

WTorre aponta ganho econômico com liberação da cerveja em estádios e aposta em decisão para 2026, após debates públicos

Marcelo Frazão, vice-presidente da WTorre, em entrevista ao CNN Esportes S/A
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  • Marcelo Frazão, vice-presidente da WTorre, critica a proibição de vender bebida alcoólica em estádios de São Paulo e vê chance de liberação ainda em 2026.
  • O tema está em discussão no Legislativo, com audiências públicas já realizadas e debate entre governo e sociedade.
  • O executivo aponta impactos econômicos positivos, citando consumo pós-jogo e geração de receita com alimentos, bebidas e patrocínios.
  • Segundo ele, liberar a cerveja pode reduzir desigualdades competitivas entre clubes de estados diferentes e aumentar a circulação de torcedores.
  • Frazão cita exemplos positivos de outras regiões, como Minas Gerais e o retorno da cerveja no Maracanã, para sustentar a mudança regulatória.

Marcelo Frazão, vice-presidente da WTorre, criticou a proibição de venda de bebidas alcoólicas em estádios de São Paulo e apontou a demora para uma liberação. Em entrevista ao CNN Esportes S/A, o dirigente destacou impactos econômicos e reforçou a necessidade de avanço regulatório.

O executivo disse que o tema já está em discussão nas esferas públicas, com audiências na Câmara e análises em curso. Ele aposta em uma resolução ainda neste ano, após diálogo com o poder público e observação de exemplos em outras regiões.

Para Frazão, manter a cerveja fora dos estádios é atribuído a uma visão desatualizada, que não considera os efeitos positivos do consumo dentro das arenas e o potencial de receita para clubes e patrocinadores. A crítica é centrada na percepção de atraso regulatório.

Impacto econômico

Segundo o dirigente, a venda dentro das arenas integra o modelo de negócios praticado em mercados internacionais, com consumo pós-jogo e continuidade de atividades de alimentação e bebidas. Ele aponta que a liberação pode ampliar a receita por meio de bares e lanchonetes.

A ausência de bebidas alcoólicas, na visão de Frazão, pode ampliar desigualdades entre clubes de estados diferentes, já que arenas com atuação mais ampla teriam vantagem competitiva. Ele cita que receitas com alimentos e bebidas tendem a crescer com a disponibilidade de cerveja.

Exemplos positivos

Dados citados por Frazão indicam operação mais fluida em arenas onde a cerveja já foi liberada, com maior público antecipado e menor tumulto fora dos estádios. Segundo ele, essa experiência tem se mostrado positiva em estádios que passaram pela mudança.

O executivo mencionou experiências de outros estados, incluindo Minas Gerais e do Rio de Janeiro, como referências de sucesso na volta da venda de bebidas alcoólicas. Ele destaca a importância de ampliar o diálogo setorial para o avanço regulatório.

Luta conjunta

Frazão aponta que a presença de várias arenas no país fortalece o setor e facilita o debate sobre regras. Ele afirma que o mercado público ganha quando diferentes estádios adotam estratégias semelhantes, ampliando o ecossistema de negócios.

A WTorre, segundo o executivo, acompanha de forma otimista a evolução do tema, ressaltando que a convergência entre arenas pode acelerar a construção de um mercado mais robusto. O CNN Esportes S/A segue com a cobertura do tema.

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