Ruud van Nistelrooy assumiu o comando do Leicester City há apenas dois meses, mas já enfrentou uma série de desafios. A decisão de substituir Steve Cooper após apenas 12 jogos na Premier League visava uma mudança de direção, mesmo com o time fora da zona de rebaixamento. Desde a chegada do novo técnico, o Leicester […]
Ruud van Nistelrooy assumiu o comando do Leicester City há apenas dois meses, mas já enfrentou uma série de desafios. A decisão de substituir Steve Cooper após apenas 12 jogos na Premier League visava uma mudança de direção, mesmo com o time fora da zona de rebaixamento. Desde a chegada do novo técnico, o Leicester somou apenas sete pontos em dez partidas, encerrando uma sequência de sete derrotas com uma vitória sobre o Tottenham.
A transição para o novo estilo de jogo tem sido notável, com o Leicester aumentando a média de passes tentados por jogo de 408 para 433 sob Van Nistelrooy. Contudo, a equipe ainda enfrenta dificuldades na criação de oportunidades, apresentando uma média de 1,0 de xG por jogo, a terceira pior da liga. Defensivamente, a situação piorou, com a equipe sofrendo 2,4 gols por jogo, em comparação a 1,9 sob Cooper.
Em termos de mudanças no elenco, Wout Faes recuperou seu lugar na defesa, enquanto Boubakary Soumare se destacou no meio-campo, sendo considerado “excepcional” por Van Nistelrooy. Bilal El Khannouss também se firmou como peça-chave no ataque, com o técnico elogiando seu potencial. Por outro lado, Facundo Buonanotte, que teve um papel importante com Cooper, viu sua participação diminuir sob o novo comando.
Van Nistelrooy está ajustando sua equipe com base no desempenho em treinos e nas características dos adversários. A próxima partida contra o Everton será crucial para consolidar a vitória recente e mostrar progresso. O técnico parece estar moldando a identidade do Leicester, embora o caminho ainda seja longo.
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