O Botafogo, sob a gestão de John Textor, completou três anos de sua transformação em Sociedade Anônima do Futebol (SAF) e registrou investimentos recordes. Desde a aquisição, o clube gastou quase R$ 1 bilhão em contratações, destacando-se os títulos do Campeonato Brasileiro e da Conmebol Libertadores. A soma total de gastos em transferências, sem contar […]
O Botafogo, sob a gestão de John Textor, completou três anos de sua transformação em Sociedade Anônima do Futebol (SAF) e registrou investimentos recordes. Desde a aquisição, o clube gastou quase R$ 1 bilhão em contratações, destacando-se os títulos do Campeonato Brasileiro e da Conmebol Libertadores. A soma total de gastos em transferências, sem contar bônus, ultrapassa R$ 992 milhões.
A SAF do Botafogo teve sete janelas de transferências desde sua implementação, com a mais recente, no início de 2025, sendo a mais cara, com R$ 494 milhões investidos. Em comparação, a segunda janela de 2024 teve gastos de R$ 231 milhões. Os valores apresentados não incluem possíveis bônus e metas contratuais, exceto no caso de Luiz Henrique, que já teve suas metas definidas.
Os cinco jogadores mais caros da história do Botafogo foram adquiridos durante a era SAF. Entre eles, Wendel foi contratado por 20 milhões de euros (aproximadamente R$ 123 milhões) em 2025, e Almada por 22 milhões de dólares (cerca de R$ 120,6 milhões) em 2024. Os valores em reais são baseados na cotação da época das negociações.
Esses investimentos refletem a estratégia do Botafogo em se consolidar no cenário nacional e internacional, buscando resultados expressivos em competições. A expectativa é que a continuidade desse modelo de gestão traga mais conquistas e estabilidade financeira ao clube.
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