Pedro Caixinha, ex-técnico do Santos, não recebeu a multa de 2,5 milhões de euros após sua demissão e não assinou a rescisão, o que deveria impedir o clube de registrar um novo treinador. No entanto, o Santos registrou a rescisão de Caixinha na CBF sem um acordo sobre o pagamento. O estafe do treinador notificou a CBF, ameaçando entrar na Justiça se o valor não for pago até 2 de maio. O clube deseja parcelar a dívida em três anos, mas Caixinha recusou essa proposta. O Santos já registrou o novo técnico, Cleber Xavier, mesmo sem a assinatura de Caixinha, o que surpreendeu seu estafe, que acreditava que isso não era permitido. O Santos argumenta que não há barreiras para formalizar a saída de Caixinha e que o parcelamento é comum no futebol, enquanto os advogados do ex-técnico afirmam que o clube não cumpriu o que prometeu ao demiti-lo.
Os advogados do técnico Pedro Caixinha notificaram a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) nesta terça-feira, 29 de abril, após o Santos registrar a rescisão de seu contrato sem acordo sobre o pagamento da multa rescisória de € 2,5 milhões (aproximadamente R$ 15 milhões). Caixinha não assinou a rescisão, o que, segundo seu estafe, impede o clube de registrar um novo treinador.
O Santos já formalizou a rescisão no Boletim Informativo Diário da CBF e pretende registrar o novo técnico, Cléber Xavier, ainda esta semana. A defesa de Caixinha questiona a legalidade dessa ação e exige uma explicação da CBF em até 24 horas. Os advogados levantam a possibilidade de que a relação anterior de Xavier com a CBF tenha influenciado a decisão da entidade.
O clube deseja parcelar a dívida em três anos, mas Caixinha recusou a proposta e ameaça entrar na Justiça se não receber o montante integral até 2 de maio. O Santos, por sua vez, argumenta que não há impedimentos burocráticos para formalizar a saída do treinador português e registrar seu sucessor.
A situação gerou surpresa no estafe de Caixinha, que tomou conhecimento da publicação no BID pela imprensa. O Santos acredita que o parcelamento da multa rescisória é uma prática comum no futebol, enquanto a defesa do técnico afirma que o clube não cumpriu o compromisso de pagamento integral em até dez dias após a demissão.
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