Os muros do estádio Nilton Santos foram pichados por torcedores do Botafogo na madrugada de terça-feira, em protesto contra o empresário John Textor e o técnico Renato Paiva. As mensagens criticavam o planejamento do clube para a temporada de 2025, especialmente a afirmação de Textor de que a temporada só começaria em abril. Os torcedores expressaram sua insatisfação com frases como “O ano começa quando, Tio Sam?” e “Burrice jamais vista”. Além disso, pediram a demissão de Paiva, que ainda não conseguiu bons resultados desde que assumiu o time. Atualmente, o Botafogo ocupa a 12ª posição no Campeonato Brasileiro e enfrenta pressão antes do jogo contra o Carabobo pela Libertadores.
Os muros do estádio Nilton Santos amanheceram pichados na madrugada de terça-feira, em protesto de torcedores do Botafogo. As mensagens criticam o planejamento do clube para a temporada de 2025, a atuação do técnico Renato Paiva e a gestão de John Textor. O time, que ocupa a 12ª posição no Campeonato Brasileiro, se prepara para enfrentar o Carabobo pela fase de grupos da Conmebol Libertadores.
As pichações expressam descontentamento com a frase de Textor, que afirmou que a temporada só começaria em abril. Frases como “O ano começa quando, Tio Sam? Acorda, John Textor” e “Burrice jamais vista” foram vistas nas paredes do estádio. Os torcedores também pedem a demissão de Paiva, que foi contratado em fevereiro e já acumula cinco derrotas em quatorze jogos.
O Botafogo investiu quase R$ 500 milhões na janela de transferências de 2025, mas a insatisfação com o elenco e o desempenho do time aumentam. Após um tropeço contra o Bahia, o clube superou o número de derrotas da temporada anterior. O jogo contra o Carabobo, marcado para às 19h, é considerado crucial para a continuidade na Libertadores.
A pressão sobre a equipe e a comissão técnica é intensa, com torcedores exigindo mudanças imediatas. As críticas refletem a frustração com o desempenho do time e a expectativa de resultados melhores na competição continental.
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