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Miguelito, do América-MG, é suspenso por injúria racial e será julgado pelo STJD

Miguelito, do América-MG, será julgado na segunda-feira por injúria racial, podendo enfrentar até 10 partidas de suspensão e multa de R$ 100 mil.

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Miguelito, jogador do América-MG, foi acusado de injúria racial contra Allano, do Operário-PR, durante um jogo da Série B. O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) agendou o julgamento do atleta para a próxima segunda-feira, onde ele pode ser punido com até 10 partidas de suspensão e uma multa de até R$ 100 mil. O América-MG pediu a reconsideração da suspensão e apresentou um laudo pericial em sua defesa, que sugere que a testemunha Jacy, capitão do Operário-PR, não ouviu o que Miguelito disse. O caso começou após uma disputa de bola, quando Miguelito se dirigiu a Allano, levando a uma discussão que resultou na paralisação do jogo. O árbitro seguiu o protocolo antirracista e a partida foi interrompida por 15 minutos. Após o jogo, Miguelito foi detido pela Polícia Militar e liberado, mas a investigação continua.

O jogador do América-MG, Miguelito, será julgado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) na próxima segunda-feira, às 11h30. Ele é acusado de injúria racial contra o atacante Allano, do Operário-PR, durante uma partida da Série B. O caso gerou uma denúncia formal e resultou na suspensão preventiva do atleta.

O julgamento ocorrerá com base no artigo 243-G do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que trata de atos discriminatórios. As penalidades incluem suspensão de cinco a dez partidas e multa que pode chegar a R$ 100 mil. O América-MG já protocolou um pedido de reconsideração da suspensão e apresentou um laudo pericial em defesa de Miguelito.

O laudo, que inclui leitura labial, sugere que Jacy, capitão do Operário-PR e testemunha do incidente, não ouviu o que foi dito por Miguelito. O episódio ocorreu no primeiro tempo do jogo, quando, após uma disputa de bola, Miguelito se dirigiu a Allano, levando a uma discussão que resultou na paralisação da partida por 15 minutos.

O árbitro da partida, Alisson Sidnei Furtado, acionou o protocolo antirracista da FIFA e da CBF, sinalizando a situação. Após o jogo, Miguelito foi conduzido à delegacia e recebeu voz de prisão em flagrante, mas foi liberado e responderá à acusação em liberdade. A investigação continua e o Ministério Público pode formalizar uma denúncia contra o jogador.

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