A FIFA abriu um processo contra o CF Pachuca e o jogador Gustavo Cabral por uma acusação de racismo feita por Antonio Rüdiger, zagueiro do Real Madrid, durante um jogo da Copa do Mundo de Clubes. O incidente aconteceu no último domingo em Charlotte. O árbitro acionou o protocolo de racismo após a reclamação de Rüdiger, fazendo um gesto de “X” com os braços. Cabral, que é o capitão do Pachuca, negou as acusações, dizendo que a discussão surgiu de uma colisão e que usou uma expressão comum na Argentina, sem intenção racial. Enquanto a investigação continua, Cabral pode jogar. O Pachuca, que já perdeu para o RB Salzburg e o Real Madrid, não tem mais chances de avançar no torneio e se prepara para enfrentar o Al-Hilal na próxima quinta-feira. O técnico do Real Madrid, Xabi Alonso, apoiou Rüdiger, enquanto o treinador do Pachuca, Jaime Lozano, afirmou que não sabia do incidente até ser informado pela imprensa e defendeu Cabral, dizendo que nunca houve problemas semelhantes com ele ou outros jogadores.
A FIFA instaurou um procedimento disciplinar contra o CF Pachuca e o jogador Gustavo Cabral, após uma acusação de racismo feita pelo zagueiro Antonio Rüdiger, do Real Madrid, durante a partida da Copa do Mundo de Clubes. O incidente ocorreu no último domingo, em Charlotte, durante o jogo entre as duas equipes.
O árbitro Ramon Abatti Abel acionou o protocolo de racismo ao receber a reclamação de Rüdiger, utilizando um gesto de “X” com os braços. A decisão de abrir a investigação foi baseada na análise dos relatórios da partida. Cabral, que é capitão do Pachuca, negou as acusações imediatamente após o jogo, afirmando que a discussão surgiu de uma colisão e que utilizou uma expressão comum na Argentina, sem conotação racial.
Enquanto a investigação prossegue, Cabral poderá continuar a atuar. O Pachuca, que já foi derrotado pelo RB Salzburg e pelo Real Madrid, não tem mais chances de avançar na competição e se prepara para enfrentar o Al-Hilal na próxima quinta-feira.
O técnico do Real Madrid, Xabi Alonso, manifestou apoio a Rüdiger, considerando a situação inaceitável. Por outro lado, o treinador do Pachuca, Jaime Lozano, afirmou que não tinha conhecimento do incidente até ser informado pela imprensa e defendeu a integridade de Cabral, ressaltando que nunca houve problemas semelhantes com ele ou outros jogadores da equipe.
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