- Mulheres estão liderando a adoção de inteligência artificial no setor jurídico brasileiro.
- Mais de cinco mil profissionais foram treinadas pela Superaprendizagem para modernizar e agilizar processos judiciais.
- A iniciativa faz parte do programa Justiça 4.0 do Conselho Nacional de Justiça.
- O curso, liderado pelo juiz federal George Marmelstein, visa aumentar a eficiência e reduzir retrabalho nos tribunais.
- A expectativa é que até 2024, mais de nove mil profissionais tenham recebido capacitação em inteligência artificial.
Enquanto a utilização de inteligência artificial (IA) enfrenta controvérsias em outras áreas, no setor jurídico brasileiro, mulheres estão liderando a adoção dessa tecnologia. Com mais de 5 mil profissionais treinadas pela Superaprendizagem, a iniciativa visa modernizar e agilizar os processos judiciais.
O movimento, que faz parte do programa Justiça 4.0 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), tem como objetivo tornar o trabalho jurídico mais eficiente. Magistradas, procuradoras e defensoras públicas estão aprendendo a usar a IA de forma ética e prática, focando na automação de tarefas repetitivas. Isso permite que os profissionais se concentrem em casos mais complexos e estratégicos.
Capacitação e Impacto
A Superaprendizagem, sob a liderança do juiz federal Dr. George Marmelstein, tem capacitado esses profissionais com uma abordagem acessível. O curso tem proporcionado ganhos significativos, como maior agilidade nos processos e redução de retrabalho nos tribunais. O impacto é visível na rotina das participantes, que relatam uma melhor organização do tempo e aumento da produtividade.
Até 2024, mais de 9 mil profissionais foram treinados em IA, e a expectativa é que esse número continue a crescer. A nova mentalidade que emerge desse cenário é de menos burocracia e mais eficiência, com um foco claro na melhoria do sistema de justiça. As mulheres estão na linha de frente dessa transformação, demonstrando que a tecnologia pode ser uma ferramenta poderosa para o futuro do Judiciário.
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