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Atlético-MG, Palmeiras e outros defendem grama sintética em nota

Cinco estádios da Série A terão gramados sintéticos de alta performance em dois mil e vinte e seis, ampliando o debate sobre regulamentação e impactos

Itatiaia
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  • Em 2026, cinco estádios da Série A terão gramados sintéticos de alta performance: Ligga Arena (Curitiba), Arena MRV (Belo Horizonte), Estádio Nilton Santos (Rio de Janeiro), Arena Condá (Chapecó) e Allianz Parque.
  • Athletico Paranaense, Atlético-MG, Botafogo, Chapecoense e Palmeiras divulgaram nota apoiando os gramados sintéticos, destacando a ausência de regulamentação e a qualidade da tecnologia.
  • O texto afirma que o gramado sintético de alta performance supera, em vários aspectos, gramados naturais em más condições presentes em muitos estádios do país, e que não existem evidências conclusivas de que aumentem lesões.
  • Flamengo propôs padronização e chegou a sugerir a proibição dos gramados sintéticos; Palmeiras respondeu criticando o estado de conservação de gramados e defendendo a autonomia dos clubes.
  • O presidente da CBF, Samir Xaud, disse que o tema precisa ser discutido de forma coletiva, já que cada clube tem seu estádio e tipo de gramado, com a necessidade de um debate entre as partes.

Cinco clubes da Série A defenderam publicamente, nesta quinta-feira (11), o uso de gramados sintéticos no Brasil. Em 2026, cinco estádios da elite devem ter a tecnologia de alta performance: Ligga Arena (Curitiba), Arena MRV (Belo Horizonte), Estádio Nilton Santos (Rio), Arena Condá (Chapecó) e Allianz Parque (São Paulo).

Na nota divulgada, Athletico-PR, Atlético-MG, Botafogo, Chapecoense e Palmeiras destacaram a inexistência de regulamentação nacional sobre gramados e reafirmaram que o sintético pode superar condições ruins de campos naturais. Os clubes também afirmaram não haver evidências científicas conclusivas de que gramados sintéticos aumentem lesões.

Segundo o texto conjunto, o gramado sintético de alta qualidade atende melhor a diversos aspectos frente a campos naturais mal conservados, situação presente em parte dos estádios do país. O grupo enfatizou que não há estudo que comprove aumento de lesões com as novas tecnologias.

A polêmica teve início após o Flamengo protocolar, na CBF, uma proposta de padronização dos gramados, incluindo a proibição de gramados sintéticos. A resposta do Palmeiras questionou o estado de conservação do Maracanã e sinalizou que cada clube pode optar pelo tipo de gramado em seu estádio.

Em resposta, o presidente da CBF, Samir Xaud, afirmou que a questão precisa ser debatida coletivamente. Ele ressaltou que clubes adotam diferentes soluções de gramado e que em breve o tema deverá ser discutido entre as partes.

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