- A Confederação Brasileira de Futebol manteve a normativa sobre gramado sintético no futebol brasileiro após reunião do Conselho Técnico nesta quinta-feira (11).
- Fluminense e Flamengo pressionaram pela exclusão do piso artificial, mas o tema não entrou em votação.
- Flamengo publicou nota na segunda-feira (8) propondo elevar a qualidade dos campos e, entre as propostas, a proibição do gramado sintético.
- Athletico Paranaense, Atlético, Botafogo, Chapecoense e Palmeiras defenderam o uso do gramado sintético, citando a falta de padronização e a suposta superioridade do sintético frente a gramados naturais mal conservados.
- Os clubes afirmaram não haver estudo científico conclusivo que comprove aumento de lesões com gramados sintéticos modernos.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) decidiu manter a normativa sobre gramado sintético no futebol brasileiro após o Conselho Técnico realizado nesta quinta-feira, 11. A reunião não abriu espaço para votação sobre exclusão do piso artificial. Fluminense e Flamengo haviam pressionado pela retirada do gramado sintético.
Segundo apuração da Itatiaia, o tema não entrou na pauta de votações durante o encontro. A pressão para mudar a norma ganhou repercussão após o Flamengo divulgar, na segunda-feira, 8, uma nota com propostas para elevar a qualidade dos campos, incluindo a proibição do sintético.
Grama sintética permanece em pauta
Grupos de clubes que atuam em gramados artificiais reafirmaram, publicamente, que o sintético é regulamentado e que não há estudos conclusivos que comprovem maior risco de lesões em modelos modernos. Athletico-PR, Atlético, Botafogo, Chapecoense e Palmeiras defendem o uso responsável da tecnologia.
No documento divulgado na quinta, as equipes destacam que não existe padronização de gramados no Brasil. Afirmam ainda que o gramado sintético de alto desempenho pode superar condições de campos naturais mal conservados, presentes em muitos estádios.
- Os clubes ressaltam que o debate exige olhar técnico e internacional, sem simplificações.
- A CBF não informou data para nova rodada de discussões sobre o tema.
- A imprensa acompanha o desenrolar das avaliações e possíveis propostas futuras.
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