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Copa do Mundo 2026: quanto custa acompanhar o Brasil até a final

Ingressos da Copa de 2026 vão de US$ 100 a US$ 6.370; alta acima de mil por cento provoca revolta e pedido de suspensão por FSE e federações europeias

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  • A FIFA divulgou os preços dos ingressos da Copa do Mundo de 2026, que será disputada nos Estados Unidos, México e Canadá, entre junho e julho do próximo ano.
  • Os valores variam de US$ 100 a US$ 6.370, conforme o setor e a fase; os jogos da fase de grupos são os mais acessíveis, e a categoria D representa a mais barata. Para a Seleção Brasileira na categoria A, a despesa fica em cerca de US$ 12.970.
  • Em relação a 2022, houve aumento de mais de mil por cento em alguns ingressos, o que gerou revolta entre torcedores.
  • O grupo Football Supporters Europe pediu à FIFA a suspensão da venda dos bilhetes, alegando preços extorsivos que podem excluir torcedores.
  • A BBC e federações nacionais europeias também solicitaram intervenção, mas a FIFA ainda não se posicionou sobre as críticas.

A FIFA divulgou nesta quinta-feira 11 os preços dos ingressos para a Copa do Mundo de 2026, que será realizada nos Estados Unidos, México e Canadá entre junho e julho. Os valores variam de US$ 100 a US$ 6.370, conforme setor e fase da competição. A diferença de preço fica clara entre as fases de grupos, geralmente mais acessíveis, e as partidas da fase de mata-mata.

Em termos de referência, todos os valores citados correspondem à categoria D, o setor mais barato. Para a Seleção Brasileira, que pode atuar na categoria A, o custo estimado fica em torno de US$ 12.970, equivalente a aproximadamente R$ 70 mil, segundo a cotação atual. O torneio ocorre em três países-sede, com a expectativa de grandes estádios e maior demanda.

Reação dos torcedores e pedidos de intervenção

Torcedores reagiram de forma negativa aos valores, com aumentos superiores a 1.000% em relação à edição de 2022. O Football Supporters Europe (FSE) pediu a suspensão das vendas, alegando que os preços são extorsivos e podem excluir torcedores. Veículos como a BBC e outras federações nacionais também pleitearam intervenção.

Até o momento, a FIFA não emitiu posicionamento oficial sobre as críticas aos preços. O tema segue em debate entre torcedores e organizações, que aguardam resposta sobre possíveis ajustes ou medidas mitigadoras para ampliar o acesso aos ingressos.

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