- O Flamengo publicou no Instagram uma lista de seis pontos classificando como “fato” ou “fake” sobre gramados sintéticos no futebol.
- Fato 1: protocolo junto à Confederação Brasileira de Futebol com uma sugestão de mais de vinte páginas, com metodologia e melhorias para evoluir gramados entre 2026 e 2029; Fake 1: proposta que trataria apenas de retirar gramados de plástico, sem melhorias nos naturais.
- Fato 2: defesa de substituição gradual dos gramados sintéticos por naturais ou híbridos em dois anos na Série A e três na Série B; Fake 2: proposta de mudança imediata que prejudicaria clubes com gramados sintéticos.
- Fato 3: estudos apontam maior risco de lesões graves com gramados sintéticos; Fake 3: negar riscos, citando microplásticos, PFAS e outras substâncias tóxicas.
- Fato 4 e 5: maioria dos atletas se manifestou contra o gramado sintético e os gramados aquecem muito; Fake 4 e 5: atletas não sentem impactos e negam riscos químicos.
No debate sobre gramados sintéticos no futebol brasileiro, o tema voltou a ganhar força nesta quarta-feira (11). Palmeiras e mais quatro clubes divulgaram um comunicado conjunto em defesa da casa artificial, enquanto o Flamengo publicou uma lista no Instagram destacando o que classifica como Fato ou Fake sobre o assunto.
A movimentação ocorre em um momento de tensão entre clubes e entidades sobre a futura orientação de gramados no futebol nacional. A discussão envolve impactos técnicos, econômicos e ambientais, além de objetivos de evolução gradativa dos gramados de 2026 a 2029, segundo o Flamengo.
O Flamengo publicou, em sua conta, uma lista com seis pontos, cada um apresentado como Fato ou Fake. O material utiliza dados, estudos e críticas para sustentar as linhas defendidas pelo clube rubro-negro. A postagem reforça a posição do Flamengo contra o uso exclusivo de gramados sintéticos.
Pontos apresentados pelo Flamengo
Fato 1: há uma protocolação, junto à CBF, de uma sugestão com metodologia de avaliação e recomendações de melhorias para evolução gradativa dos gramados de 2026 a 2029. Fake 1: a proposta não prevê melhorias, apenas retirada dos gramados de plástico.
Fato 2: o Flamengo sugere substituição gradual para natural ou híbrido em 2 anos para a Série A e 3 anos para a Série B. Fake 2: a proposta defenderia mudança imediata que prejudicaria clubes com gramados sintéticos.
Fato 3: a maior parte dos estudos aponta aumento de lesões graves com gramados sintéticos por tração e impacto. Fake 3: negar riscos ignora evidências de microplásticos, PFAS e outras substâncias, com potencial de contaminação.
Fato 4: atletas se manifestaram contra gramados sintéticos, mesmo entre clubes com esse tipo de piso. Fake 4: jogadores não percebem impactos e continuam apoiando o uso.
Fato 5: gramados sintéticos aquecem mais que a grama natural, elevando riscos de insolação e desconforto. Fake 5: a alegação de riscos é ignorada e não há impactos químicos conhecidos.
Fato 6: ligas de elite exigem grama natural na primeira divisão, com política de banimento de infil plástico em até 2031. Fake 6: jogadores de alto nível amam o sintético; movimentos recentes no Brasil apoiam o uso contínuo.
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