- Palmeiras, Athletico Paranaense, Atlético-MG, Botafogo e Chapecoense divulgaram nota conjunta defendendo o gramado sintético, usado pelos clubes, diante da falta de padronização nacional.
- Os clubes afirmam que o gramado sintético de alta performance supera campos naturais em más condições presentes em muitos estádios do país.
- Ressaltam que não existem estudos científicos conclusivos que comprovem aumento de lesões com gramados sintéticos modernos.
- A defesa enfatiza que o tema é legítimo e necessário, mas deve ser tratado com responsabilidade, dados objetivos e conhecimento técnico, sem distorções.
- Mencionam que o Flamengo apresentou na CBF uma proposta de transição para gramado natural até 2028, divulgada alguns dias antes.
Palmeiras, Athletico Paranaense, Atlético, Botafogo e Chapecoense divulgaram na manhã desta quinta-feira uma nota conjunta defendendo o uso de gramados sintéticos nos estádios. A manifestação ocorre após acúmulo de críticas e debates sobre o tema.
O grupo afirma que os gramados sintéticos superam os naturais em condições adversas de campo no Brasil, onde não há padronização nacional capaz de mitigar o problema. Também sustenta que não existem estudos conclusivos que comprovem aumento de lesões com a prática moderna.
Os clubes destacam que o debate é legítimo e necessário, porém deve permanecer técnico. Criticam a ideia de que as narrativas distorcem a realidade e ressaltam a necessidade de dados objetivos para embasar políticas públicas e de gestão esportiva.
Em defesa dos gramados sintéticos
Segundo a nota, a adoção responsável e regulamentada da tecnologia é compatível com padrões internacionais. O texto também lembra que a proposta do Flamengo, apresentada à CBF, sugere uma transição para gramado natural a partir de 2028, gerando reação entre parte do meio esportivo.
Entre na conversa da comunidade