- Em novembro, a FIFA anunciou que premiaria seu Peace Prize inaugural durante o sorteio da Copa do Mundo de 2026.
- A maior parte da internet já apontava Donald Trump como provável ganhador do prêmio.
- Cristiano Ronaldo participou de jantar de estado com Trump e o príncipe Mohammed bin Salman.
- Na semana seguinte, o prêmio foi concedido a Trump, com a FIFA elogiando-o como líder que se preocupa com o povo.
- Dias depois, promotores dos EUA retiraram acusações ligadas ao caso de corrupção da FIFA de 2015; a FIFA já havia atribuído a Copa de 2034 à Arábia Saudita.
Em novembro, a FIFA anunciou a entrega do seu Peace Prize inaugural durante o sorteio da Copa do Mundo de 2026. A expectativa generalizada apontava Donald Trump como possível laureado.
Poucos dias depois, Cristiano Ronaldo participou de um jantar de Estado com Trump e o príncipe Mohammed bin Salman (MBS) da Arábia Saudita. O encontro ocorreu em um contexto de estreitamento de relações entre figuras públicas e o país.
Na edição seguinte do sorteio, a cerimônia foi acompanhada por críticas e controvérsias sobre o papel da FIFA em temas de corrupção, esportwashing e direitos trabalhistas. A organização manteve o tom institucional ao anunciar o prêmio.
Procuradores dos EUA anunciaram a retirada de acusações em processo ligado ao esquema de corrupção da FIFA de 2015. O desenrolar do caso ocorreu em meio a desdobramentos legais que atingem autoridades ligadas ao futebol mundial.
A FIFA já havia anunciado a atribuição da Copa de 2034 à Arábia Saudita, fortalecendo a presença do país no cenário global do futebol. A decisão é vista como indicativa de influência esportiva e de estratégias de imagem internacional.
Contexto e leituras adicionais
Especialistas discutem o papel do futebol na globalização, debates sobre corrupção e esportwashing, e impactos econômicos de grandes eventos na região do Golfo.
Entre na conversa da comunidade