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Ex-técnico do Pyramids aponta mudança estrutural e alerta Flamengo: mata-mata

Pyramids encara o Flamengo na semifinal; Valentim destaca adaptação no Egito, com estrutura em construção e instalações ainda não prontas

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  • O Pyramids enfrenta o Flamengo no sábado, dia 13, pela semifinal da Copa Intercontinental.
  • Valentim, hoje técnico do América-MG, teve passagem pelo Pyramids em 2018, durante o projeto do bilionário Turki Al-Sheikh para transformar o clube em potência regional.
  • O projeto envolvia investimentos pesados em fisioterapia, academias e instalações, mas ainda havia campos incompletos e estruturas compartilhadas com outras equipes da primeira divisão.
  • Em entrevista à ESPN, Valentim descreveu a passagem como adaptação e aprendizado, destacando a pré-temporada em Alexandria, alimentação boa e hospedagem excelente.
  • Ele explicou que, na época da compra, as estruturas ainda não estavam prontas, o que limitou o uso pleno por parte da equipe.

O Pyramids será o rival do Flamengo na semifinal da Copa Intercontinental, marcada para o próximo sábado, 13, em meia-final disputada no formato da competição. O confronto coloca frente a frente um clube do Egito e o campeão brasileiro, em busca de vaga na final.

Entre os envolvidos, destaca-se Alberto Valentim, técnico do América-MG, que teve passagem breve pelo Pyramids em 2018. O empresário Turki Al-Sheikh, líder do projeto, é apontado como o principal investidor por trás da transformação do clube em potência regional.

O contexto da época envolve um projeto ambicioso, com investimento pesado para estruturar o clube. A ideia era criar condições para o Pyramids competir de igual para igual com equipes de maior expressão na região.

Valentim, em entrevista à ESPN, descreveu o período como de adaptação e aprendizado. O treinador ressaltou a pré-temporada em Alexandria, bem como a qualidade de alimentação e hospedagem oferecidas na ocasião.

Segundo o relato do técnico, as estruturas ainda estavam em fase de montagem quando houve a compra do clube. Planos de fisioterapia, academias e vestiários estavam em desenvolvimento, e os campos ainda não haviam sido finalizados, o que limitou o uso imediato dos recursos disponíveis.

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