- Flamengo enfrenta o Pyramids, do Egito, pela semifinal da Copa Intercontinental neste sábado (13), às 14h, no Qatar.
- Análise do DataESPN destaca que o Pyramids atua com pressão alta e mantém a posse com construção a partir de dois ou três jogadores.
- Defesa do adversário pressiona após a perda de bola, com sete jogadores prontos para recuperar a posse.
- Destaques individuais: Chibi, Ibrahim Touré e Fiston Mayele são os nomes a acompanhar, com Mayele como referência de ataque.
- A partida será transmitida pelo Disney+ (com Cazé TV sem custo adicional).
O Flamengo enfrenta o Pyramids, do Egito, na semifinal da Copa Intercontinental neste sábado (13), às 14h, em Doha, no Qatar. A tarefa é confirmar vaga na final contra o PSG, campeão da CONMEBOL Libertadores. O duelo é de alto nível e exige estudo tático.
O Pyramids, comandado pelo treinador croata Krunoslav Jurcic, prioriza a posse de bola e a construção a partir da saída com dois ou três jogadores disponíveis na primeira fase. O rubro-negro precisa conter essa circulação de bola para forçar erros.
Defensivamente, o time egípcio pressiona a saída do adversário assim que perde a posse, com sete ou mais jogadores prontos para recuperar. Flamengo, por sua vez, terá que manter a saída rápida sem abrir espaços na transição.
Entre os destaques do Pyramids, o lateral-direito Mohamed Chibi se sobressai pelo talento ofensivo e finalizações de fora da área. No meio-campo, Ibrahim Touré atua como volante de boa leitura de jogadas. Já Fiston Mayele é a referência de ataque, com oito gols na temporada, incluindo três na vitória sobre o Al Ahli que levou o time à semifinal.
Transmissão
A Copa Intercontinental será exibida pelo Disney+, com transmissão ao vivo pela Cazé TV. A organização do torneio preserva o equilíbrio tático entre os dois favoritos, mantendo o foco no futebol de alto nível que promete o confronto.
O Flamengo busca avançar para a final diante de um adversário com estilo de jogo bem definido. A análise de Caio Alves, do DataESPN, aponta que a equipe egípcia tende a pressionar alto após perder a posse, exigindo atenção redobrada na saída de bola rubro-negra.
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