- O Corinthians anunciou no sábado (27) a contratação de Marcelo Paz, ex-CEO do Fortaleza, com contrato até o final de 2026.
- Paz assumirá o cargo de diretor de futebol, buscando autonomia nas decisões, em alinhamento com o presidente Osmar Stabile e diretores de outras áreas.
- O clube enfrenta um cenário financeiro delicado, com planos de reduzir custos e a folha salarial em cerca de R$ 6 milhões mensais, além de uma dívida estimada em R$ 2,7 bilhões.
- Atualmente existem dois transfer bans: da FIFA, por dívida com o Santos Laguna, e da Confederação Brasileira de Futebol, por atraso na parcela da CNRD; a expectativa é quitar a pendência com o time mexicano até a reapresentação do elenco, no sábado, dia 3.
- A pressão por resultados permanece alta, com foco em títulos no Campeonato Paulista e Copa do Brasil, mantendo a linha de atuação da gestão anterior de Fabinho Soldado.
O Corinthians oficializou a contratação de Marcelo Paz, ex-CEO do Fortaleza, neste sábado, 27. O acordo vai até o fim de 2026 e ele assumirá o cargo antes ocupado por Fabinho Soldado, que deixou o clube para acertar com o Internacional.
Paz chega para liderar o departamento de futebol com autonomia, segundo a diretoria. A expectativa é alinhar decisões entre o presidente Osmar Stabile e diretores de áreas como finanças e jurídico, buscando maior coesão após crises políticas recentes.
O clube vive um cenário financeiro desafiador e planeja reduzir custos até 2026, inclusive no futebol. A diretoria projeta reduzir a folha salarial em cerca de 6 milhões de reais por mês e não descarta novas medidas de contenção de gastos.
Também pesa sobre o Corinthians a necessidade de resolver dois transfer bans. Um, imposto pela Fifa, decorre de dívida com o Santos Laguna; o outro, pela CBF, por atraso em parcela da CNRD. A expectativa é quitar a pendência com o time mexicano antes da reapresentação do elenco, no dia 3 de fevereiro.
Dentro do contexto, a cobrança por resultados permanece alta. A expectativa é manter a luta por títulos no Paulista e na Copa do Brasil, mirando ainda a fase de grupos da Libertadores em 2026, com o dever de manter a blindagem do CT Joaquim Grava sob a gestão de Soldado.
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