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Chelsea troca mais de técnico que Palmeiras e Flamengo, aponta números

Chelsea dispensa Maresca no primeiro dia do ano; sexta troca desde 2020 e oitava em dez anos, evidenciando a rotatividade do clube

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  • Enzo Maresca deixou o Chelsea no primeiro dia do ano, deixando o clube como sexto técnico desde 2020 e oitava troca nos últimos dez anos.
  • O Chelsea soma dezoito ajustes no comando nos últimos dez anos e dezenove desde janeiro de 2001.
  • Em comparação internacional, Arsenal teve três treinadores no século, Manchester United já teve vários desde Ferguson, e Liverpool teve sete no século XXI.
  • No Brasil, Palmeiras não mudou de treinador desde novembro de 2020 ( Abel Ferreira ); já o Chelsea acumula mudanças frequentes e segue com seis técnicos desde 2020.
  • Entre os grandes brasileiros, Flamengo e São Paulo tiveram sete treinadores no mesmo período; Vasco soma dezesseis, Santos quinze e Grêmio nove, entre outros.

O Chelsea informou a saída de Enzo Maresca no primeiro dia do ano, tornando-se o sexto técnico desde 2020 e o sétimo na gestão europeia recente. O clube londrino acumula seis mudanças em menos de seis anos, segundo levantamento.

Desde a era de Roman Abramovich até Todd Boehly, o Chelsea tem adotado estilo de rodízio no comando técnico. Ao todo, são 19 treinadores desde janeiro de 2001, marcando uma disparidade frente a rivais europeus e grandes clubes da Inglaterra.

A comparação com adversários britânicos aponta que o Arsenal teve três técnicos no século 21, enquanto Manchester United passou por uma sequência maior, com técnicos como Moyes, van Gaal, Mourinho, Solskajer e Ten Hag entre outros.

Chelsea versus brasileiros

Entre brasileiros que passaram pelo Chelsea, o Palmeiras é exceção: desde Abel Ferreira, não houve mudança de treinador. Em Stamford Bridge, nomes como Lampard, Tuchel, Potter, Pochettino e Maresca, além de Bruno Saltor como interino, compõem o período recente.

Historicamente, o Chelsea se aproximou de marcas de clubes sul-americanos pela rotatividade. Nos últimos anos, Flamengo e São Paulo registraram sete treinadores; Fluminense e Internacional chegaram a oito, e Grêmio, Atlético-MG, Corinthians, Botafogo e Cruzeiro, entre outros, registraram vários comandos.

O panorama geral mostra o Chelsea mantendo histórico de substituições frequentes, independente do dono. A rotina de mudanças contrasta com a estabilidade observada em alguns concorrentes diretos e reforça o perfil de gestão técnico da equipe londrina.

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