- Fortaleza passa por mudanças na diretoria após rebaixamento à Série B; o CEO Marcelo Paz deixou o clube para aceitar proposta do Corinthians.
- Nesta sexta-feira (2), foi anunciado o desligamento de Daniel de Paula Pessoa, gerente de futebol, que atuou no Fortaleza por 14 temporadas em várias funções.
- Também deixaram o Tricolor os cargos de Thiago Ayres (diretor de operações), Júlio Manso (supervisor do futebol profissional) e Caio Matoso (supervisor do futsal profissional).
- Witor Bastos chegou para atuar como novo gerente de mercado.
- Os dois laterais Bruno Pacheco e Felipe Jonatan acionaram a Justiça contra o Fortaleza, buscando rescisão indireta devido a atrasos de luvas, salários e benefícios.
O Fortaleza acumula mudanças na diretoria após a queda para a Série B do Brasileirão. Nesta sexta-feira, 2 de janeiro, o clube confirmou o desligamento de Daniel de Paula Pessoa, gerente de futebol, após 14 temporadas de casa. O anúncio ocorre em meio a reformulações no organograma.
Marcelo Paz, ex-CEO da SAF do Fortaleza, já havia deixado o clube para aceitar proposta do Corinthians. Além dele, nos últimos dias deixaram a função Thiago Ayres, Júlio Manso e Caio Matoso, em mudanças que envolvem áreas administrativas e técnicas.
Witor Bastos chegou para ocupar o cargo de gerente de mercado, num movimento que também integra a reconfiguração da diretoria fortalecendo áreas de atuação diversas dentro do clube. A atual gestão busca recomposição diante do recorte de investimentos.
Mudanças na diretoria
Daniel de Paula Pessoa ocupava várias funções no clube, entre elas assessor jurídico, diretor jurídico e representante da equipe na Federação Cearense de Futebol. A passagem dele pelo Fortaleza durou 14 temporadas.
O Fortaleza ainda não informou detalhes sobre o impacto imediato dessas saídas no dia a dia do futebol apresentado no clube, nem sobre novas contratações para funções de base e futebol profissional.
Ações judiciais envolvendo jogadores
Bruno Pacheco e Felipe Jonatan entraram com ação judicial contra o Fortaleza. Os jogadores reivindicam valores atrasados, além de pleitear a rescisão indireta dos contratos.
Segundo o advogado Filipe Rino, o atraso envolve luvas, salários e outros direitos, com previsão legal para rescisão indireta por atraso superior a dois meses. O caso tramita na Justiça comum.
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