- O Atlético-MG demitiu o técnico Jorge Sampaoli nesta quinta-feira, 12, encerrando uma passagem marcada por vaias na Arena MRV.
- Sampaoli chegou ao clube a pedido da torcida em 2025, mas não conseguiu levar o time à Copa Sul-Americana nem à Libertadores, ficando em 11º no Brasileirão e perdendo a final para o Lanús.
- Em 2026, manteve-se no cargo com expectativas, porém o início da temporada foi abaixo do esperado, sem vitórias no Brasileirão e com o time precisando de resultados de terceiros para avançar no Mineiro.
- O Atlético sofreu gols em nove de 10 rodadas e venceu apenas duas partidas até a última rodada contra o Remo, quando houve vaias da torcida.
- Ao todo, foram 34 jogos na segunda passagem de Sampaoli pelo clube, com 10 vitórias, 16 empates e 8 derrotas.
O Atlético-MG confirmou nesta quinta-feira (12) a demissão do técnico Jorge Sampaoli. O treinador, contratado para atender a uma demanda da torcida, encerra a passagem sob vaias na Arena MRV. A decisão ocorreu após a derrota na última rodada de 2025, que deixou o time sem os objetivos desejados.
Na temporada de retorno, o time alternou resultados, mas não alcançou a Copa Sul-Americana nem a Libertadores, metas centrais do acordo com Sampaoli. O Atlético perdeu a final diante do Lanús e terminou o Brasileirão fora da zona de classificação para competições continentais.
Em 2026, o trabalho manteve as expectativas, porém os números não justificaram a continuidade. O Atlético não venceu no Brasileirão até a última rodada do Estadual, e depende de resultados de terceiros para avançar às semifinais do Mineiro. O time sofreu mais gols do que marcou em 10 partidas disputadas, com apenas duas vitórias.
Sampaoli comandou o Atlético em 34 partidas na segunda passagem, com 10 triunfos, 16 empates e 8 derrotas. O período ficou marcado por oscilações, críticas de torcidas e debates sobre a condução do grupo durante a temporada. A demissão foi anunciada sem apresentar novas negociações ou continuidade do planejamento imediato.
Ao longo da carreira, Sampaoli ficou conhecido por ajustes nas equipes e por cobranças por reforços, bem como por episódios de desgaste fora de campo. Em diferentes clubes, houve relatos de conflitos internos, restrições de acesso a treinamentos e debates com jogadores sobre o vestiário.
A diretoria não detalhou os próximos passos nem eventuais substitutos, informando apenas a ruptura contratual com o treinador. O clube destacou o foco na recuperação do elenco e na preparação para os próximos desafios da temporada.
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