- Inter enfrenta o Bodo/Glimt, na Noruega, nesta quarta-feira, às 17h, em jogo de ida das oitavas de final da Champions League.
- Luís Henrique, de 24 anos, vem sendo titular e teve participação direta em gols nas últimas partidas, incluindo cruzamento que levou ao gol contra de Cambiaso na vitória por 3 a 2 sobre a Juventus.
- Adriano Imperador visitou o centro de treinamento e comentou sobre a confiança que transmite ao jovem, que elogia a importância do ídolo para a carreira.
- O técnico Cristian Chivu tem contribuído para o crescimento do jogador, que soma duas participações em gols nos últimos quatro jogos, com boa adaptação ao time.
- Luís Henrique explica que a posição de ala-direito, moldada por Roberto De Zerbi na França, aumentou sua versatilidade e alimenta o sonho de, no futuro, chegar à seleção brasileira e à Copa do Mundo.
A Inter de Milão enfrenta o Bodo/Glimt nesta quarta-feira (18), às 17h, pela ida das oitavas de final da Champions League. A partida ocorre na Noruega, com Luís Henrique mantendo atuação estável em sua 21ª sequência de jogos. O brasileiro se firmou na equipe comandada por Chivu.
O jogador, formado no Botafogo e no Três Passos, ganhou a confiança do treinador nesta segunda temporada em Milão. Na vitória sobre a Juventus, ele contribuiu com jogadas decisivas e se aproximou de marcar após participação direta em gols.
Aproxindo-se de um patamar decisivo, Luís Henrique revelou que um encontro com Adriano Imperador, ídolo da Inter, reforçou seu mental. O atacante disse ter recebido orientação e confiança que ajudaram a manter o momento positivo.
Desempenho e influência tática
A atuação recente mostra versatilidade pelo corredor direito, atuando como ala no esquema de jogo. A mudança só foi possível após a passagem pelo Olympique de Marseille, onde o treinador De Zerbi passou a orientar seu desenvolvimento.
O atleta credita a evolução ao envio de vídeos, análises técnicas e ao suporte da comissão técnica, incluindo Chivu. Essa rede de apoio ajudou a ampliar seu tempo de jogo e consolidar a função de criação na Inter.
Sobre a adaptação, Luís Henrique explicou que, na França, tinha funções mais ofensivas, enquanto na Inter participa ativamente da construção ofensiva. Sinal de que cresce em leitura de jogo e tomada de decisão em campo.
O atacante também ressaltou o sonho de vestir a camisa da seleção brasileira. Mesmo ciente da concorrência para a Copa do Mundo, afirmou que a versatilidade pode abrir oportunidades futuras, desde que mantenha o desempenho diário.
Entre na conversa da comunidade