- Eduardo Domínguez, 47 anos, será o sexto treinador argentino a comandar o Atlético Mineiro, vindo do Estudiantes-ARG.
- O clube mineiro ofereceu contrato de dois anos, até o fim de 2027, com valorização salarial.
- A missão do técnico é encerrar a “sina” de treinadores argentinos no Galo, que já teve cinco argentinos nos últimos anos.
- Entre eles, Sampaoli, Mohamed, Coudet e Milito tiveram início promissor e depois apresentaram queda de rendimento; Suárez comandou em 1944, sem títulos.
- Domínguez dirigia o Estudiantes antes da mudança e tem 162 jogos pelo clube argentino, com 74 vitórias e aproveitamento de 54,53%.
Eduardo Domínguez será o novo técnico do Atlético Mineiro, vindo do Estudiantes-ARG. Com 47 anos, ele assina contrato até 2027, e será o 18º treinador estrangeiro da história do clube e o 6º argentino a comandar o Galo.
A missão do treinador é encerrar a chamada “sina” de comandantes argentinos no Atlético, diante de uma sequência recente em que quatro deles passaram pelos últimos cinco anos.
Histórico de treinadores argentinos no Atlético
Jorge Sampaoli ocupou o cargo em duas passagens, 2020 e 2025-26; Antonio Mohamed ficou em 2022; Eduardo Coudet ficou em 2023; Gabriel Milito, em 2024. Suárez foi o primeiro, em 1944, com 16 jogos.
Jorge Sampaoli iniciou com elenco renovado e estilo propositivo, mas o clube enfrentou instabilidade, inclusive após surto de Covid-19. Derrotas em casa contribuíram para o afastamento do título brasileiro da época.
Mohamed venceu a Supercopa do Brasil e o Mineiro de 2022, mas desempenho não convenceu e houve eliminação na Copa do Brasil, levando à saída.
Coudet chegou com vitória no Estadual e liderança no início, mas conflitos com a diretoria e eliminações na Libertadores e Copa do Brasil deram sequência às mudanças no comando.
Milito chegou no fim de março, conquistou o título estadual, manteve bom começo, mas desfalques e elenco curto pesaram, levando às mudanças no fim da temporada.
O Atlético aposta em Domínguez para buscar estabilidade e resultados, após a saída de Milito e a continuidade de um comando estrangeiro no clube.
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