- Nilo, hoje cantor de funk, passou pela base de Audax, São Paulo e Palmeiras, convivendo com Endrick e outros futuros nomes do futebol; saiu do sub‑quinze por dúvidas sobre dedicar a vida ao esporte.
- No Palmeiras, destacou-se na base e destacou a presença de Endrick já na época, ressaltando a potência física do jogador desde a infância.
- A articulação entre o futebol e a música ocorreu quando Nilo parou no sub‑quinze; ele manteve o desejo de seguir a vida artística e manteve a disciplina herdada dos campos.
- Com a transição para a música, Nilo manteve hábitos de atleta: treinos diários, musculação, jiu‑jitsu e natação; assinou contrato entre dezoito e dezessete anos e já ganhou dinheiro com as primeiras músicas.
- Sobre o Endrick, Nilo vê o atleta indo para a Copa pela seleção brasileira e acredita que ele pode ser diferencial; elogia o técnico Carlo Ancelotti e defende um projeto de longo prazo na CBF para a equipe brasileira.
Nilo, hoje cantor de funk, viveu a rotina pesada da base de dois gigantes paulistas antes de migrar para a música. Em entrevista à ESPN, ele relembra trechos dos tempos no Palmeiras e no São Paulo, onde conviveu com Endrick e Antony.
O ex-jogador de base conta que saiu do futebol ainda no sub-15, após enfrentar dilemas sobre alojamento e dedicação 100% ao esporte. Ele decidiu seguir para a música, levando a disciplina dos gramados para os palcos.
No Palmeiras, Nilo conheceu Endrick ainda jovem. Segundo ele, o atacante já se destacava pela potência física e pela capacidade de chamar atenção entre as crianças da categoria.
A conversa revela que a relação com Endrick permaneceu próxima após a decisão de trocar o futebol pela música. Nilo lembra o apoio do amigo e afirma que torce para que ele se torne uma estrela da seleção brasileira.
Endrick na Copa e o sonho do Hexa
Fã confesso de Endrick, Nilo afirma que ele merece ir à Copa do Mundo e acredita que o atacante pode fazer diferença no ataque. Endrick é visto por ele como jogador decisivo, capaz de contribuir com gols em grandes jogos.
Sobre a seleção e o objetivo do Hexa, o ex-jogador defende um projeto de longo prazo na CBF e elogia o técnico Carlo Ancelotti. Ele argumenta que é preciso manter um planejamento estável, mesmo que a Copa não coroasse o título querido.
Nilo reforça que a base de qualidade do Brasil permanece e que o país deve trabalhar para sustentar o desempenho ao longo do tempo, sem mudanças bruscas de comando. A entrevista destaca a trajetória de transição do atleta, bem como o desejo de ver Endrick em alto nível pela seleção.
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