- O Botafogo foi eliminado na terceira fase preliminar da Libertadores pelo Barcelona Ecuatoriano, em casa, no Nilton Santos, abrindo o ano com mal-estar.
- A derrota reflete problemas de planejamento e bastidores, agravados pelo transfer ban de cerca de dois meses que atrapalhou a montagem do elenco.
- O ban ocorreu por dívida com o Atlanta United na contratação de Thiago Almada, o que impediu a chegada de jogadores de peso, como Edenilson, Medina e Júnior Santos.
- Com a queda na Libertadores, o time disputará a Copa Sul-Americana e segue buscando ajustes para o projeto da SAF.
- A estreia no Brasileirão após a eliminação acontece neste sábado, contra o Flamengo, no Nilton Santos, pela sexta rodada.
O Botafogo foi eliminado na Libertadores após perder para o Barcelona-EQU por 2 a 1, em pleno Nilton Santos, na terceira fase preliminar. A derrota encerra a participação do time na competição e abre o caminho para a Copa Sul-Americana. O resultado também reacende questionamentos sobre a condução do projeto da SAF, sob a gestão de John Textor.
O contexto é marcado por problemas extracampo que influenciaram o desempenho em campo. O transfer ban, relacionado a uma dívida com o Atlanta United pela contratação de Thiago Almada, limitou o clube a contratar atletas de peso para as fases preliminares. A equipe atuou com elenco reduzido, incluindo lesões, em sistema ainda em ajuste.
A eliminação teve impacto direto no vestiário e na avaliação do trabalho técnico conduzido por Martín Anselmi. O desempenho aquém do esperado alimenta desconfianças sobre planejamento e entrega de resultados a curto prazo. Enquanto o clube encara pouco tempo para recuperação, o próximo desafio já se aproxima.
O Botafogo voltará a campo neste sábado, 14, em clássico diante do Flamengo, pela sexta rodada do Brasileirão, com mando no Nilton Santos. A partida promete ser decisiva para estabilizar o ambiente após a queda na Libertadores e testar a reação do elenco.
Impacto na temporada
A derrota expõe sinais de vulnerabilidade no processo de montagem do elenco e na continuidade de planejamento previsto pela gestão. A cobrança interna se volta para recuperação de desempenho e reorganização rápida, já que há atividades programadas para a sequência do campeonato nacional.
Entre os jogadores, há avaliação de desempenho individual e ajustes táticos que possam oferecer resposta imediata. A comissão técnica busca consolidar uma identidade de jogo que tenha consistência defensiva e eficiência no ataque para os próximos compromissos da temporada.
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