- O meia Gerson foi vaiado pela torcida do Flamengo e chamado de mercenário durante a derrota do Cruzeiro para o Flamengo por 2 a 0, na quinta rodada do Brasileirão, no Maracanã.
- Ao deixar o estádio, ele disse que, na hora certa, vai convidar a torcida para falar “umas coisinhas”.
- O Flamengo abriu ação na Justiça cobrando multa por rescisão antecipada de contrato de imagem, processada na 25ª Vara Cível do Rio de Janeiro, no valor de R$ 42,7 milhões.
- A ESPN informou que Gerson pretende mostrar que o clube o liberou para deixar o Flamengo; há áudio atribuído a José Boto, diretor de futebol, afirmando que seria normal a saída pela questão financeira, o que ele negou.
- O pai do jogador rebateu a versão de Boto, dizendo ter sido orientado pelo estafe a facilitar a saída; o caso envolve contrato de direitos de imagem vigente desde abril de 2025.
Gerson foi hostilmente recebido no Maracanã na quarta-feira, durante a derrota do Cruzeiro por 2 a 0 para o Flamengo, pela quinta rodada do Brasileirão. O meia foi chamado de mercenário pela torcida rubro-negra e, ao ser substituído, ouviu vaias em coro ao deixar o estádio. Ao deixar o local, respondeu de forma evasiva, insinuando desdobramentos no futuro.
Após o jogo, o jogador atendeu alguns torcedores cruzeirenses e não detalhou o ocorrido, apenas deixou um recado enigmático sobre o que pretende falar mais adiante quando chegar a hora. As imagens de parte da torcida circulam em canais de imprensa esportiva.
Contexto e desdobramentos
A relação entre Gerson e o Flamengo permanece tensa desde a venda ao Zenit, em meados de 2025, por cerca de 25 milhões de euros. O negócio gerou desgaste com a torcida rubro-negra, agravado pela saída precoce do atleta.
O Flamengo acionou o jogador na Justiça, cobrando multa de R$ 42,7 milhões por rescisão antecipada de contrato de imagem. O processo tramita na 25ª Vara Cível do Rio de Janeiro. O caso envolve o contrato de direitos de imagem firmado em abril de 2025.
A ESPN trouxe que a defesa de Gerson pode apresentar que o clube o liberou para deixar o Flamengo, com base em conversas entre o diretor de futebol José Boto e a equipe do jogador. Boto negou ter incentivado a saída, e o pai do atleta contestou a versão, afirmando ter seguido orientações recebidas.
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