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Origem da provocação entre Flamengo e Botafogo que chegou ao GreNal

Resenha revisita a origem do 'chororô' entre Flamengo e Botafogo: pênalti controverso de 2008 alimentou provocação que chegou ao GreNal

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  • Em 2008, na final da Taça Guanabara, o Flamengo venceu o Botafogo e a torcida do Alvinegro reclamou de um pênalti marcado em Fábio Luciano e convertido por Ibson.
  • No programa Resenha, Ibson comenta o episódio e relembra o chamado “chororô” de Souza, o Caveirão, para ironizar a reação após a derrota.
  • Depois do jogo, jogadores do Botafogo foram à coletiva emocionados; a imagem do choro acabou virando provocação repetida nas arquibancadas.
  • Souza, da Torcida Jovem do Flamengo, era visto como alguém capaz de captar o sentimento da torcida e repassar para o campo, fortalecendo a provocação.
  • A provocação acompanhou outros jogadores, como Túlio, que foi para o Grêmio em 2009 e teve brincadeira relacionada ao episódio; o Resenha com Ibson e Sidney Moraes vai ao ar sexta-feira, às 21h30, no Disney+ plano premium.

No final dos anos 2000, Flamengo e Botafogo acirraram a rivalidade no clássico. O episódio que marcou essa fase ganhou espaço no Resenha desta semana, veiculado nesta sexta-feira, 13, às 21h30, no Disney+ plano premium. A pauta é a origem da provocação que chegou a influenciar até o GreNal.

Em 2008, Flamengo venceu a Taça Guanabara sobre o Botafogo, com pênalti assinalado em Fábio Luciano e convertido por Ibson. O lance gerou reclamações de arbitragem por parte alvinegra e desencadeou a reação de torcedores. Ibson participou do programa ao lado de Sidney Moraes, ex-zagueiro do Flamengo e hoje comentarista da ESPN.

Durante o bate-papo, Ibson relembrou como começou a provocação com o que ficou conhecido como o chororô, iniciativa associada a Souza, apelidado de Caveirão, pela torcida. A discussão abordou a cobrança pública da derrota e a circulação da imagem nas arquibancadas.

A narrativa também traçou desdobramentos que atravessaram o período seguinte. Um episódio envolvendo o volante Túlio, que deixou o Botafogo em 2009 para o Grêmio, foi citado como exemplo de proximidade entre vilões e vítimas da provocação. Um roupeiro do Grêmio brincou com o jogador ao vê-lo, ironizando o chororô em clássicos.

Segundo os relatos, a ideia ganhou força entre torcedores da torcida Jovem do Flamengo, que perceberam o sentimento da arquibancada e o repassaram para o campo. A provocação acompanhou também quem saiu do Botafogo para outros clubes, reforçando o efeito de longtemps na memória do futebol brasileiro.

O Resenha com Ibson e Sidney Moraes vai ao ar nesta sexta-feira, 13, às 21h30 (horário de Brasília), no Disney+ plano premium. A trama explora bastidores, memórias e aquilo que hoje ainda aparece nas arquibancadas quando Flamengo e Botafogo se enfrentam.

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