- Cruzeiro e Vasco empataram em três a três em Belo Horizonte neste domingo, 15, mantendo ambos sem vitória na rodada.
- Após o apito final, houve confusão na saída dos árbitros; a Polícia Militar abriu boletim de ocorrência e houve uso de gás de pimenta para conter o tumulto.
- Pedrinho, presidente do Vasco, reclamou dos acréscimos no segundo tempo; Cauan Barros, do Vasco, foi expulso ainda no início do segundo tempo.
- Japa marcou nos descontos da segunda etapa, igualando o placar que era 3 a 2 para o Vasco; o Cruzeiro abriu o placar, o Vasco virou e o empate chegou no fim.
- O Cruzeiro anunciou a demissão do técnico Tite após a partida; o Vasco segue em 15º na tabela, e há apurações sobre as atitudes envolvendo dirigentes.
O jogo entre Cruzeiro e Vasco terminou empatado em 3 a 3, na noite de domingo, em Belo Horizonte. A partida ocorreu no estádio do Mineirão, com o resultado mantendo o Vasco em vantagem parcial, mas o empate ocorreu nos acréscimos.
A súmula do árbitro Lucas Paulo Torezin descreve uma confusão após o apito final na saída dos árbitros. A tensão envolveu o presidente do Vasco, Pedro Paulo de Oliveira, e o gerente vascaíno Clauber Antunes Rocha. Um episódio com a Polícia Militar envolveu o uso de gás de pimenta para conter o tumulto.
Na etapa final, o Vasco vencia por 3 a 2, mas Japa marcou nos descontos, igualando o marcador. Além da manifestada irritação com os acréscimos, houve registro de suspensão de um jogador do Vasco no segundo tempo, o que complicou a atuação da equipe.
Conforme o treino de campo, a arbitragem pediu suporte da delegacia do estádio para registrar o ocorrido. A Polícia Militar de Minas Gerais abriu boletim de ocorrência e conduziu os árbitros para o registro formal dos fatos.
O Cruzeiro abriu o placar, o Vasco virou na volta do intervalo em dois minutos, e o time mineiro chegou ao empate antes do final. Com o resultado, o Cruzeiro se mantém na zona de rebaixamento, sem vitórias, enquanto o Vasco segue na disputa pela tabela.
Após o confronto, o técnico Tite foi desligado do Cruzeiro, em decisão anunciada pela diretoria. O treinador vinha sob pressão e deixou o cargo após 17 jogos na função. A demissão ocorreu em meio a críticas pela atuação recente da equipe.
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