- Árbitro Rodrigo José Pereira de Lima registrou na súmula que precisou da polícia para acessar o vestiário após o empate de 1 a 1 entre Corinthians e Flamengo, na Neo Química Arena, pelo Brasileirão deste domingo.
- Dois funcionários do Corinthians teriam dirigido ofensas ao árbitro: Leonardo Carnevale (Gerente de Marcas e Novos Negócios) e Mauro van Basten (observador técnico).
- O árbitro afirmou que foi necessária a intervenção da polícia militar para permitir a entrada na área dos árbitros.
- Antes do segundo tempo, objetos arremessados pela torcida do Corinthians atingiram o goleiro do Flamengo, incluindo papéis e uma bobina de papel, sem gravidade.
- O Flamengo questionou o cartão vermelho a Evertton Araújo na segunda etapa; o executivo de futebol José Boto criticou o lance e mencionou falhas do VAR.
Rodrigo José Pereira de Lima, árbitro da partida entre Corinthians e Flamengo, informou em súmula que precisou da proteção policial para acessar o vestiário após o empate por 1 a 1, na Neo Química Arena, pelo Brasileirão deste domingo (23). A intervenção ocorreu diante de ofensas de funcionários do clube paulista.
O árbitro citou dois nomes: Leonardo Carnevale, gerente de Marcas e Novos Negócios, e Mauro van Basten, observador técnico, identificados com a camiseta do Corinthians. Segundo ele, foram proferidas palavras de ofensa contra a arbitragem.
Antes do segundo tempo, objetos lançados pela torcida do Corinthians atingiram o campo, incluindo papéis e uma bobina de papel que acertou as costas do goleiro do Flamengo, sem gravidade.
Controvérsias de arbitragem
O árbitro também mencionou a controvérsia envolvendo um pênalti não marcado. Segundo ele, a jogada mostrava claro impedimento de decisão a favor do Flamengo, com dúvidas sobre a atuação do árbitro de vídeo.
O Flamengo comentou o desempenho do jogo, destacando que não houve 11 contra 11 após a expulsão de Evertton Araújo. A equipe também relatou descompasso entre lances do primeiro tempo e a atuação do VAR na segunda etapa.
Ponto de vista do clube
José Boto, executivo de futebol do Flamengo, afirmou que houve falhas no gerenciamento das expulsões, citando o lance de Carrascal e a continuação do jogo com vantagem para o Corinthians. A crítica foi direcionada à condução do VAR.
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