- Cuiabano, Lucas Ramon e Kevin Viveros são as novidades da seleção do Bola de Prata após a oitava rodada do Brasileirão.
- Cuiabano, com gol e assistência na vitória do Vasco sobre o Grêmio por 2 x 1, somou 7,64 pontos, ficando atrás de Gabriel Taliari, do Remo, que teve 7,87.
- O lateral-esquerdo do Vasco entrou na seleção geral do Bola de Prata, substituindo Luciano Juba, do Bahia.
- Lucas Ramon, do São Paulo, entrou na seleção da rodada, superando Igor Formiga, do Mirassol.
- Kevin Viveros, atacante do Athletico-PR, também ficou na seleção da rodada ao marcar no clássico contra o Coritiba, substitute de Vitor Roque no elenco.
A 8ª rodada do Brasileirão teve destaques na seleção do ESPN Bola de Prata. O lateral-esquerdo Cuiabano, autor de um gol e uma assistência na vitória do Vasco sobre o Grêmio por 2 a 1, ficou com 7,64 pontos e entrou na seleção geral da premiação, substituindo Luciano Juba, do Bahia. Gabriel Taliari, do Remo, liderou a pontuação com 7,87 após o 4 a 1 sobre o Bahia.
Entre as novidades da seleção da rodada, aparecem o lateral-direito Lucas Ramon, do São Paulo, que superou Igor Formiga, do Mirassol, e o atacante Kevin Viveros, do Athletico-PR, que marcou no clássico contra o Coritiba. Viveros substitui Vitor Roque, do Palmeiras, na equipe ideal.
A formação da Bola de Prata após a 8ª rodada ficou assim: Pedro Rangel (Coritiba), Lucas Ramon (São Paulo), Gustavo Gómez (Palmeiras), Léo Ortiz (Flamengo) e Cuiabano (Vasco); Danilo (Botafogo), Danielzinho (São Paulo), Thiago Mendes (Vasco), Jhon Arias (Palmeiras) e Lucho Acosta (Fluminense); Viveros (Athletico-PR). Renato Gaúcho (Vasco) é o treinador.
A seleção da rodada teve domínio de atletas do Internacional (três nomes) e destacou Jhon Arias, do Palmeiras, pela segunda vez consecutiva no Brasileirão. O colombiano anotou o gol da vitória do Palmeiras sobre o São Paulo, no Morumbi.
O Bola de Prata mantém o formato para 2025, com uma seleção mais flexível do meio para frente. Serão premiados goleiro, dois zagueiros, dois laterais, além de seis vagas para meio-campo e ataque, respeitando um teto de três jogadores por posição. As escolhas levam em conta 40% de estatísticas e 60% das notas dos jornalistas.
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