- Conselheiros do São Paulo vão protocolar uma representação pedindo a expulsão de Julio Casares após a reprovação do balanço orçamentário nesta quinta, 26 de março.
- O balanço foi reprovado pela maioria do Conselho Deliberativo, o que pode comprometer a credibilidade da gestão e enfraquecer a defesa de Casares.
- O processo seria embasado em cerca de R$ 7 milhões sem comprovantes e no uso de cartão corporativo; o documento seria encaminhado ao Conselho Deliberativo e, depois, à Comissão de Ética.
- A votação começou na noite anterior, com expectativa de reprovação por saques não justificados.
- A auditoria aponta ressalva de cerca de R$ 11 milhões em saques não rastreáveis; parte, estimada em R$ 7 milhões, não teve comprovantes; auditorias foram realizadas em três cartões ligados a Casares, Belmonte e Serginho, com irregularidades não encontradas em Belmonte e Serginho.
Conselheiros do São Paulo vão protocolar uma representação para expulsar Julio Casares do clube. A ação nasce após a reprovação do balanço orçamentário nesta quinta-feira, 26 de março, em reunião do Conselho Deliberativo (CD). A decisão crítica ocorre no momento em que o balanço é publicado com reprovação, o que pode fragilizar a defesa de Casares.
Segundo apuração, a representação se baseia em cerca de 7 milhões de reais apontados no balanço, além de questionamentos sobre o uso do cartão corporativo. O documento deverá seguir ao Conselho Deliberativo e, depois, à Comissão de Ética para avaliação formal.
A assembleia que votou o balanço começou na noite de ontem, com expectativa de reprovação diante de saques não justificados relatados na auditoria. A reprovação chegou a ocorrer por decisão da maioria do CD.
Entre as polêmicas em destaque, há ressalvas sobre 11 milhões de reais em saques no total. A auditoria não conseguiu rastrear toda a origem desse montante, o que gerou observação no balanço. Parte do dinheiro está estimada em 7 milhões sem comprovantes.
Representantes do Conselho Fiscal foram mencionados como responsáveis por apresentar informações sobre auditorias em três cartões vinculados a Casares, Belmonte e Serginho. De acordo com o relato, não houve irregularidades nos cartões de Belmonte e Serginho.
Entenda as polêmicas do Balanço
O documento contábil aponta falhas de rastreabilidade de saques, com destaque para o montante não comprovado. A defesa de Casares nega irregularidades, mas a oposição sustenta impactos financeiros relevantes.
Conforme informações apuradas, a próxima etapa envolve a formalização da representação e o envio à Comissão de Ética para análise. O processo poderá abrir caminho para novos desdobramentos institucionais no clube.
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