- Ancelotti cita Parreira e Felipão como exemplos para buscar o Hexa em 2026, destacando defesas fortes nos títulos de 1994 e 2002.
- O técnico afirma que governo ofensivo precisa estar aliado a uma defesa sólida, pois, segundo ele, quem sofre menos gols costuma vencer.
- Ele diz que não gosta de ser chamado de retranqueiro, apesar de já ter treinado equipes que marcaram muitos gols.
- Ancelotti lembrou que acompanhou de perto o título de 1994 quando integrava a comissão técnica de Arrigo Sacchi.
- Próximos amistosos da seleção: Croácia, 31/03; Panamá, 31/05; Egito, 06/06.
Carlo Ancelotti busca o inédito Hexa para a seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026. O treinador italiano enfatiza a defesa como base, sem abrir mão de um ataque moderno.
Desde que chegou ao comando, o Brasil tem escalado quatro atacantes, mas o técnico aponta as defesas fortes dos últimos títulos como lição primordial para o caminho rumo ao título.
Em fala coletiva, Ancelotti lembrou as escolhas de Parreira em 1994, com uma defesa sólida, e de Felipão em 2002, que utilizou três zagueiros. A ideia é combinar talento com disciplina defensiva.
Para o treinador, a história do futebol indica que vencerá quem sofrer menos gols, mesmo em times com ataque poderoso. A defesa bem organizada aparece como pilar central da estratégia.
O italiano também comentou sua trajetória, lembrando que integrou a comissão de Arrigo Sacchi na campanha de 1994, e que depois teve sucesso em clubes como Milan, Chelsea, PSG, Bayern e Real Madrid.
Ancelotti reforçou que não gosta de ser chamado de retranqueiro, destacando que o trabalho defensivo é essencial e não exclui uma atuação ofensiva eficiente.
Próximos jogos da seleção:
- Croácia (Amistoso) — 31/03, 21h (Brasília)
- Panamá (Amistoso) — 31/05, horário a definir
- Egito (Amistoso) — 06/06, horário a definir
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