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Diretor do Palmeiras critica arbitragem após empate

Diretor do Palmeiras contesta arbitragem após empate com Remo; gol foi anulado por toque de mão, mantendo o time sem vitória e abrindo debate sobre o VAR

Anderson Barros, diretor de futebol do Palmeiras
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  • Palmeiras empatou em um a 1 com o Remo, em jogo marcado por chuva e atraso, quando o placar ficou inalterado após videomonitoramento (VAR).
  • O gol da vitória palmeirense foi anulado por toque de mão após revisão do árbitro com o auxílio do VAR, decisão que Fuchs não concordou.
  • Anderson Barros leu trechos da regra da IFAB durante a coletiva, defendendo a leitura de que o gol poderia ser.validado ou não conforme a jogada.
  • Barros questionou a responsabilidade pela decisão e pediu mudanças, citando punições recentes do STJD, como a suspensão de Abel Ferreira.
  • Bruno Fuchs, autor do gol anulado, também foi citado pelo diretor ao reforçar que, se houver dúvida na arbitragem, é melhor demorar para chegar à decisão correta.

O Palmeiras ficou no empate em 1 a 1 com o Remo neste domingo, em jogo marcado por forte chuva. O gol da vitória dos paulistas foi anulado nos acréscimos por toque de mão, decisão que gerou protesto do elenco alviverde.

Antes da coletiva do auxiliar João Martins, o diretor de futebol do clube, Anderson Barros, afirmou ter consultado a regra da IFAB. Segundo ele, a norma permite validar o gol quando o toque na mão ocorre de forma acidental e após o toque o jogador consegue finalizar, o que não ocorreu no lance em que Fuchs marcou.

No lance, a bola bateu na mão de Flaco López em disputa pelo alto e sobrou para Bruno Fuchs marcar. Inicialmente o árbitro validou, mas o VAR pediu revisão e o gol foi anulado. Barros criticou a decisão, questionando a responsabilidade pela falha e dizendo que o Palmeiras não pode aceitar esse tipo de erro.

Barros lembrou ainda que o clube tem sido punido de forma severa pelo STJD recentemente, citando a suspensão de Abel Ferreira. Ele afirmou que o apoio técnico não pode ser usado para justificar decisões equivocadas dos árbitros, e reiterou a cobrança por decisões mais precisas.

O texto da regra 12 da IFAB, apresentado por Barros, explica situações em que o toque na mão não configura infração, mas aponta casos em que a mão deliberadamente pode resultar em gol. A leitura foi apresentada como base para sustentar o argumento de que o lance não deveria anular o gol.

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