- Brasil lidera pela sétima vez entre os países que mais exportam jogadores para ligas estrangeiras em 2026, com 1.455 expatriados, segundo o Observatório do Futebol (CIES).
- França fica em segundo lugar com 1.275 e Argentina em terceiro, com 1.066 expatriados, em levantamento que considerou atletas de 135 ligas internacionais.
- Crescimentos relativos mais expressivos desde 2021 ocorrem em Portugal (+66%), Espanha (+60%) e Nigéria (+60%).
- Principais destinos do Brasil em 2026: Portugal (182), Indonésia (74), Emirados Árabes Unidos (71), Coreia do Sul (64) e Japão (51).
- Especialistas destacam a globalização do futebol e a Inglaterra como grande destino de talentos formados no mundo; nove dos 50 principais exportadores registraram queda desde 2021.
Brasil continua na liderança entre os países que mais exportam jogadores para ligas estrangeiras em 2026, segundo levantamento do Observatório do Futebol (CIES). O estudo, divulgado na quarta-feira, aponta 1.455 expatriados brasileiros, o sétimo ano seguido no topo da lista.
França aparece em segundo, com 1.275 players, seguida pela Argentina, com 1.066. O estudo considera atletas de 135 ligas internacionais e já havia apontado, desde 2021, avanços expressivos para esses mercados externos.
O relatório destaca ganhos relativos significativos para Portugal (+66%) e para Espanha e Nigéria, cada um com +60% de crescimento, além de um aumento absoluto expressivo na França (+332 expatriados). A Inglaterra é citada como destino cada vez mais relevante para o talento global.
Principais países exportadores em 2026
- Brasil – 1.455
- França – 1.275
- Argentina – 1.066
- Espanha – 681
- Inglaterra – 610
- Nigéria – 565
- Alemanha – 543
- Colômbia – 518
- Portugal – 500
- Países Baixos – 431
Destinos mais frequentes para o Brasil em 2026
- Portugal – 182
- Indonésia – 74
- Emirados Árabes Unidos – 71
- Coreia do Sul – 64
- Japão – 51
- Tailândia – 49
- Malta – 46
- Ucrânia – 46
- Estados Unidos – 44
- Hong Kong – 42
A leitura do estudo reforça a visão de que o futebol está cada vez mais globalizado e que o Brasil continua sendo referência na formação de talentos. Pesquisadores também apontam que o movimento de atletas pode influenciar negociações e fluxos de transferências no curto e médio prazos.
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