Um dos sócios da empresa Kosmos, Pique, defendeu a abolição do saque no tênis, afirmando que a ITF (Federação Internacional de Tênis) não está disposta a implementar mudanças significativas. Em suas palavras, “Tentamos mudar certas coisas e não teve jeito”, referindo-se à resistência da entidade em adotar novas regras. Pique questionou a lógica de permitir […]
Um dos sócios da empresa Kosmos, Pique, defendeu a abolição do saque no tênis, afirmando que a ITF (Federação Internacional de Tênis) não está disposta a implementar mudanças significativas. Em suas palavras, “Tentamos mudar certas coisas e não teve jeito”, referindo-se à resistência da entidade em adotar novas regras. Pique questionou a lógica de permitir que um jogador saque duas vezes, ressaltando que isso resulta em mais tempo perdido com o jogador quicando a bola, o que desagrada os espectadores.
Ele também criticou a dinâmica de jogos prolongados, sugerindo que o público não aprecia partidas que se estendem por longos períodos, como um game de cinco minutos em 40 iguais. Para ele, a introdução de um ponto de ouro em situações de vantagem poderia tornar o jogo mais dinâmico e interessante. Pique, que foi responsável por mudanças na Copa Davis em 2019, como a realização das finais em um único local e a redução de sets, viu seu acordo ser rompido, resultando em uma lenta volta ao formato anterior pela ITF.
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