Stan Wawrinka, ex-número 3 do mundo e campeão de três Grand Slams, foi eliminado na primeira rodada de Roland Garros por Jacob Fearnley e está refletindo sobre sua carreira. Ele admite que pode estar perto da aposentadoria se os resultados não melhorarem. Apesar de ainda gostar de jogar e sentir a energia da torcida, Wawrinka diz que as derrotas estão se tornando difíceis de aceitar. Ele reconhece que, aos 40 anos, é preciso um equilíbrio entre o esforço e os resultados, e lamenta não ter conseguido bons desempenhos na temporada de saibro. Wawrinka venceu apenas um jogo de ATP em 2025 e se questiona se vale a pena continuar tentando, afirmando que não tem certeza se voltará a Roland Garros no próximo ano se não conseguir vencer mais partidas.
Stan Wawrinka, ex-número 3 do mundo e campeão de três Grand Slams, foi eliminado na estreia de Roland Garros por Jacob Fearnley. O suíço, atualmente na 138ª posição do ranking, reflete sobre sua carreira e a possibilidade de aposentadoria.
Após a derrota em sets diretos, Wawrinka expressou suas dúvidas sobre a continuidade no circuito. Ele afirmou que, embora ainda se divirta jogando, não pretende permanecer se os resultados não melhorarem. “Estou perto do fim, mas não vou parar agora. A cada semana estou mais perto, mas ainda acho que estou jogando um bom tênis”, disse o tenista de 40 anos.
O veterano destacou a importância da paixão pelo esporte, mas reconheceu que as derrotas estão se tornando difíceis de aceitar. “Todas essas derrotas estão se tornando difíceis de engolir. Quero encontrar o equilíbrio entre o sacrifício e o que é necessário para estar neste nível”, afirmou.
Wawrinka, que possui uma medalha olímpica de ouro e um título da Copa Davis, lamentou a falta de resultados positivos na temporada de saibro. Ele venceu apenas um jogo de ATP em dois mil e vinte e cinco. “Se jogo é para vencer, a situação é desigual, pois não consigo encontrar resultados desde o início do ano”, comentou.
Questionado sobre a aposentadoria, Wawrinka revelou que essa é uma decisão pessoal e que ainda não sabe como lidará com isso. “Se não vencer algumas partidas e não subir no ranking, não retornarei a Roland Garros”, concluiu.
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