- Holger Rune retirou raquetes quebradas de sua loja após polêmica.
- A decisão gerou versões conflitantes sobre sua motivação.
- Funcionária da Babolat, patrocinadora de Rune, afirmou que a marca influenciou a remoção.
- A mãe de Rune, Anke Rune, negou a influência da Babolat e disse que a decisão foi focada em caridade.
- Uma raquete foi vendida antes da remoção, e os lucros serão destinados a causas beneficentes.
Londres (Inglaterra) – A venda de raquetes quebradas pelo tenista dinamarquês Holger Rune gerou polêmica e levou o atleta a retirar os produtos de sua loja. A decisão, no entanto, trouxe à tona versões conflitantes sobre sua motivação. Enquanto uma funcionária da Babolat, patrocinadora de Rune, afirmou que a marca influenciou a remoção, a mãe do jogador, Anke Rune, negou essa versão, alegando que a decisão foi tomada por razões próprias, focadas em caridade.
Na manhã de terça-feira, o site de Rune foi atualizado, e as raquetes quebradas não estavam mais disponíveis. Apenas itens como roupas usadas e acessórios continuavam à venda. Marion Cornu, líder de negócios de tênis da Babolat, declarou à CLAY que a empresa não tinha intenção de promover raquetes quebradas e que estava em negociações com o agente de Rune para resolver a questão. “Precisamos ser consistentes com nossos valores,” afirmou Cornu.
Uma das raquetes foi vendida antes da remoção, e todos os lucros serão destinados a causas beneficentes. Em resposta às alegações sobre a influência da Babolat, Anke Rune disse à TV 2 Sport que essas informações eram falsas. “Nós escolhemos fechar a parte mais polêmica da loja porque gerou um pouco de cobertura da mídia,” explicou, ressaltando que a intenção era apenas focar na caridade.
A situação envolvendo Holger Rune e a venda das raquetes quebradas continua a gerar discussões, refletindo a complexidade das relações entre atletas e patrocinadores.
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