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Adenízia avalia patamar do vôlei brasileiro no Mundial é difícil competir

Após derrota para Conegliano, Adenízia cobra investimento e time focado no Mundial/Champions; Gabi e Brait apontam domínio europeu e tom de investimento global

Adenízia, do Praia Clube, comemora ponto durante jogo do Mundial de Clubes de vôlei (Foto: João Pires/Fotojump)
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  • O Praia Clube perdeu por 3 a 0 para Conegliano, da Itália, no Mundial de Clubes, nesta quinta-feira.
  • Adenízia, de 38 anos, destacou o crescimento do time e a necessidade de montar uma equipe focada no Mundial/Champions para competir no cenário internacional.
  • Gabi Guimarães afirmou que o investimento europeu é maior e que as italianas e turcas disputam o topo, dificultando a vitória brasileira.
  • Brait reforçou a ideia de que o nível europeu tende a dominar o voleibol mundial, com investimento alto e times mais fortes, especialmente na Itália e na Turquia.
  • A torcida apoiou o Praia durante a partida, mantendo a energia positiva mesmo após o resultado.

O Praia Clube foi derrotado pelo Conegliano, da Itália, por 3 sets a 0 na tarde desta quinta-feira, pelo Mundial de Clubes de vôlei. A competição destaca o peso das ligas europeias e o desempenho das equipes no ciclo mundial.

A central Adenízia, 38 anos, que já atuou no Brasil e na Europa, avaliou a partida e destacou que o time brasileiro mostrou vontade e esforço. Ela sinalizou que o resultado evidencia o desafio de competir com equipes que investem mais no Mundial e na Champions League.

A jogadora ressaltou que o time precisa se planejar para o Mundial e para a Champions, caso deseje competir em alto nível. Ela afirmou que o Praia Clube tem potencial para crescer a partir de agora, mesmo com a derrota.

Investimento e panorama internacional

Gabi Guimarães, atualmente atuando no Japão, e Brait criticaram os investimentos no Brasil e destacaram a dominância de Itália e Turquia. A italiana domina boa parte das melhores jogadoras do mundo, segundo eles, o que dificulta a ascensão de equipes brasileiras em torneios internacionais.

Gabi aponta que as melhores jogadoras estão concentradas na Itália e na Turquia, o que reforça a qualidade dos times locais. Ela ainda observa que, no passado, a seleção brasileira dominava com atletas de Osasco; hoje a composição é diferente e o investimento externo é maior.

Brait reforçou que o vôlei europeu recebe aporte maior, o que sustenta equipes melhores, com ataques mais agressivos e maior velocidade. O técnico do Praia, Rui Moreira, concordou ao dizer que os times italianos e turcos hoje costumam dominar o voleibol mundial.

Reação da torcida e próximos passos

A torcida presente no ginásio manteve o apoio ao time brasileiro mesmo em derrota expressiva. O público enfatizou o orgulho de representar o Brasil, independentemente do adversário.

Rui Moreira ressaltou que o Praia precisa manter o foco na evolução para as próximas competições nacionais e internacionais. O placar não impede o aprendizado e o planejamento para futuras pautas, segundo ele.

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