- Amy Pauly, técnica da equipe Orlando Valkyries, é a única mulher técnica no Mundial de Clubes de Vôlei Feminino.
- A profissional está há pouco tempo na equipe, mas traz experiência como ex-jogadora e campeã universitária pela Louisiana State University (LSU).
- Pauly busca impactar jovens jogadoras e representar treinadoras em todo o mundo, incentivando o desenvolvimento e a versatilidade das atletas.
- Ela reconhece que nem sempre é fácil ser a única mulher, mas continua para encorajar mulheres no esporte e representar treinadoras.
- Nos Estados Unidos, técnicas são mais comuns; participar do Mundial ajuda as atletas a aprender a jogar em todas as posições e a atacar com força.
Amy Pauly, técnica da equipe Orlando Valkyries, é a única mulher técnica presente no Mundial de Clubes de Vôlei Feminino. Ex-jogadora e campeã universitária pela LSU, ela já atuou como assistente técnica antes de assumir o cargo.
A profissional está há pouco tempo no time e encara o desafio de ser a única mulher na comissão técnica. Ela busca impactar jovens jogadoras e representar treinadoras em todo o mundo, incentivando o desenvolvimento e a versatilidade das atletas.
Nos Estados Unidos, a presença de técnicas é mais comum, mas Pauly ressalta a convivência com o elenco e a importância de ampliar o espaço para colegas do sexo feminino no esporte.
Desafios e Perspectivas
Ela admite nem sempre se sentir à vontade por ocupar um espaço pouco representado, mas afirma que o objetivo é transformar a vida das meninas jovens e das atletas que treina.
A carreira de Pauly inclui o título NCAA pela LSU e passagem como assistente técnica. Ela ressalta que, mesmo em casa, muitos treinadores são respeitosos, e que a participação na Superliga é um sonho para várias atletas, favorecendo o aprendizado em todas as posições e ataques fortes.
Entre na conversa da comunidade