- A Agência Internacional de Integridade do Tênis (ITIA) puniu Quentin Folliot com suspensão de vinte anos, retroativa a 17 de maio de 2023, válida até 16 de maio de 2044, por envolvimento em esquema de manipulação de resultados.
- A sanção inclui multa de US$ 170 mil e devolução de US$ 44 mil obtidos ilegalmente.
- A ITIA identificou Folliot como figura central em uma rede que operava para fraudar partidas; das trinta acusações ligadas a onze jogos entre 2022 e 2024, vinte e sete foram confirmadas após audiência.
- O tenista, que atingiu a posição 488 no ranking da ATP em 2022, disputou sua última partida profissional em março de 2024, no torneio M25 de Feira de Santana, na Bahia.
- É o sexto atleta condenado nessa investigação, que envolve armação de resultados, pagamento para não lutar e fornecimento de informações privilegiadas.
Quentin Folliot, tenista francês de 26 anos, foi punido pela ITIA com suspensão de 20 anos por envolvimento em esquema de manipulação de resultados. A sanção é retroativa a 17 de maio de 2023 e vale até 16 de maio de 2044. Também envolve multa de US$ 170 mil e devolução de US$ 44 mil obtidos ilegalmente.
A ITIA aponta que Folliot era figura central numa rede que operava para fraudar partidas. Das 30 acusações relacionadas a 11 jogos entre 2022 e 2024, 27 foram confirmadas após audiência, apesar de ele ter negado as imputações.
O francês chegou a 488º no ranking da ATP em 2022 e enfrenta múltiplas violações do Programa Anticorrupção do Tênis. Folliot fica proibido de jogar, treinar ou atuar em eventos autorizados pela ITIA durante o período da suspensão.
Detalhes da punição
A suspensão tem efeito retroativo a 17 de maio de 2023, data em que recebeu punição provisória. Ela se estende até 16 de maio de 2044, quando completará 45 anos. O cumprimento impede participação em qualquer competição regulada pela ITIA ou pela ATP.
Contexto do caso
Folliot disputou sua última partida profissional em março de 2024, no M25 de Feira de Santana, na Bahia, sendo eliminado na primeira rodada. A decisão marca a sexta condenação na investigação específica da ITIA sobre fraudes em partidas.
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