- Amanda Anisimova foi eliminada nas quartas de final do Australian Open pela americana Jessica Pegula, com o placar de 6/3 e 7/6 (7-1).
- A partida teve 44 erros não forçados de Anisimova, inclusive após ela liderar o segundo set por 5/3 e sacar para fechar.
- A norte-americana reconheceu que a consistência de Pegula dificultou a reação no jogo, mesmo quando houve momentos de volta por dentro da partida.
- Anisimova disse que precisou manter bolas em quadra em dias de jogo pouco fluido e destacou a estabilidade da adversária.
- Ela afirmou que usará a derrota como aprendizado, buscando melhorar a leitura do jogo e manter a calma emocional em situações difíceis.
Amanda Anisimova foi eliminada nas quartas de final do Australian Open, nesta quarta-feira, pela norte-americana Jessica Pegula, em Melbourne. A partida terminou com Pegula vencendo por 6/3 e 7/6 (7-1), após Anisimova chegar a 5/3 no segundo set e sacar para fechar.
A norte-americana defendia o título de enfrentar a adversária com jogo constante, mas acabou cometendo 44 erros não forçados. Mesmo com momentos de retomada, a consistência da oponente foi determinante para o resultado.
Anisimova reconheceu o valor da campanha e destacou que, em dias de desequilíbrio, ajustar a estratégia é essencial. Ela mencionou que tentou manter a bola em quadra e buscar mais agressividade, mas acabou errando em momentos cruciais.
A torcida por uma virada não se confirmou, já que Pegula manteve o equilíbrio ao longo do duelo, produzindo tiros consistentes e forçando erros da adversária. A semifinal é a próxima etapa para a jogadora de 24 anos, que já foi finalista de Wimbledon e do US Open na temporada anterior.
Análise do jogo e próximos passos
Entre os elementos-chave, a regularidade de Pegula apareceu desde o início, dificultando a resposta de Anisimova. Em quadra, a norte-americana soube gerir tendências de jogo e manter o ritmo mesmo após o surgimento de oportunidades para a oponente.
Para Anisimova, o foco segue em compreender o que faltou em momentos decisivos e como manter a confiança ao longo de partidas difíceis. A experiência recente é vista como aprendizado para ajustes futuros. A atleta busca manter a trajetória de evolução na temporada.
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