- Feliciano López disse, em entrevista ao podcast El Cafelito, que a decisão de Alcaraz de romper com Ferrero foi precipitada.
- O diretor do Masters 1000 de Madri afirmou que Alcaraz ainda precisava de Ferrero, mesmo que o espanhol tenha vencido o Australian Open após a parceria terminar.
- López sugeriu que o término foi ocorrido de maneiras diferentes para cada um: Alcaraz lembrou-se de Ferrero, mas não fez reconhecimento público.
- O espanhol aposta que o desgaste se resolverá com o tempo, citando que relações intensas tendem a melhorar com a passagem do tempo.
- Sobre a era do tênis, López afirmou que não diminui o mérito de atuais jogadores como Alcaraz ou Jannik Sinner em comparação com a década do Big Three.
Madri, Espanha — Feliciano López, espanhol e diretor do Masters 1000 de Madri, comentou sobre o rompimento entre Carlos Alcaraz e o treinador Juan Carlos Ferrero. Em entrevista ao podcast El Cafelito, ele explicou sua visão sobre a decisão anunciada pelo número 1 do mundo.
López afirmou que a decisão foi precipitada, apontando que Alcaraz ainda precisava de Ferrero, mesmo diante da competência do atleta para seguir vitorioso sem o parceiro. Como exemplo, ele cita a conquista do Australian Open, alcançada pelo espanhol na última temporada.
Segundo o ex-jogador, o afastamento foi sentido de modo diferente por cada um. Ele destacou que Alcaraz provavelmente guarda gratidão a Ferrero, embora não tenha externalizado publicamente esse reconhecimento.
O comentarista também disse que, apesar do atrito, o tempo tende a esclarecer a situação. Ao falar sobre a relação de alto impacto, López sugeriu que a paciência pode ajudar a soltar o ruído gerado pelo rompimento.
Por fim, López tratou da comparação entre a era dominada pelo Big 3 e o momento atual com Alcaraz e Jannik Sinner. Disse que valorizar os feitos dos atletas atuais não diminui o mérito das eras passadas.
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